Por que perdemos o foco nas tribulações?

De repente um vento forte arranca o telhado, deixa sua casa sem proteção, molha as paredes e aquela sensação de medo; será que ela vai cair?

A chuva forte arranca o telhado que parecia seguro há 20 anos. O telhado simboliza proteção e abrigo. Ele tem uma representação semelhante à cabeça na estrutura do corpo humano.

Nesse sentido a sensação inicial é de perda, de fracasso, não vai dar para começar novamente. O corpo fica frágil e a doença se aproxima indicando que não tem forças para ir atrás do conserto.

E a vida é assim, se viver é uma arte, como perdemos o foco em meio as tribulações?

Parece que tudo se perde, o sentido da vida voa também como as telhas que foram lançadas fora pelo vento forte.

Nas palavras de Drummond encontramos um fio de esperança:

” Mesmo que o hoje te dê um não, lembre-se que há um amanhã, a certeza dos passos devem ser traçados ao lado de quem nos ama; e que o amor, a paz, a confiança e a felicidade, é a base para o recomeço.”

As vezes os apegos são empecilhos para os passos seguintes, a dificuldade de parar e pensar no que fazer agora, acreditando em si mesmo, na busca do que será prioridade daqui pra frente.

Um acontecimento marca uma nova etapa, mas, é preciso observar o tempo presente.

A vida, é como um livro do qual nós somos os autores, ele não vêm pronto, antes de nascermos ele está em branco, ao nascermos introduzimos as primeiras passagens – um começo e com o tempo através das escolhas vamos escrevendo-o página por página, rabiscadas, rasgadas ou marcadas, onde encontramos obstáculos, nos últimos dias de vida concluiremos, e no final deixamos nossas historias marcadas no coração daqueles, que sempre farão parte de nossa historia.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e o mais importante, acreditar em você de novo.

As lembranças passadas ficam, vivemos o que era pra ser vivido.

Reconstrua seu telhado e crie forças para ser forte diante dos conflitos.

Arte de viver.

Maria de Lourdes Batista.

Arte de ser Feliz

Você leu no topo do meu site a frase “Arte de Viver”, isso é o que faço no meu trabalho. E você pode ter pensado: como é possível viver e ser feliz ?

Mas para você entender melhor, podemos dizer que meu trabalho é:

Para você quem tem conflitos

Para você que tem ansiedade

Para você que tem vícios

Para você que deseja ser feliz.

Sou Psicóloga, e já alguns anos ajudo as pessoas a desenvolver suas habilidades para solucionar os seus conflitos.

Como acontece o meu trabalho?

A proposta é o encontro consigo mesmo.

Estamos rodeados de emoções e comportamentos difíceis de trabalhar: ansiedade, insegurança , vícios e dificuldades nos relacionamentos.

Acesse no nosso site e conheça mais sobre os programas:
viver sem ansiedade 
sem vícios 
sem conflitos familiares.
https://www.apsicologiaonline.com.br/

Conflitos com a idade.

Não podemos querer voltar a uma situação, se o momento presente é outro.

Encontrei um artigo do professor Pachecão, que descreve sobre as consequências desastrosas quando se busca a mocidade eterna.

” …envelhecer é um outro ciclo da vida e deve ser encarado”… 

Gosto mais de falar sobre o desenvolvimento da pessoa humana e suas capacidade para resolução de conflitos.

E envelhecer é um grande conflito.

Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”. Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha, daqui a 10 anos ele estará todo carcomido.

A ideia de Freud é que por vezes ficamos parados sem buscar respostas para o nosso envelhecimento.

Temos tantas coisas para fazer, como cuidar da mente, do corpo e da sua alma.

Pode me faltar a memória, cuide dela hoje.

O professor faz as seguintes considerações:

“Você sabe quem enche os consultórios dos cirurgiões plásticos? Os bonitos. Para o bonito, cada ruga que aparece é uma tragédia, para o feio ela é até bem vinda, quem sabe pode melhorar, ele ainda alimenta uma esperança. “

Cada um tem seu jeito de ser, Carl Rogers vai dizer isso, cada um é único, então seja você.

Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas e conhecer todas as cidades, as quer forem possível, nem que seja pela internet. Faça o que pode ser feito com o que está disponível. Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora.

Viva e seja o arquiteto do seu caminho.

No artigo estava esse depoimento:

“Tive um aluno com 60 anos de idade que nunca havia saído de Belo Horizonte. Não posso dizer que, pelo fato de conhecer grande parte do Brasil, sou mais feliz que ele. Muito pelo contrário, parecia exatamente o oposto. O que importa é o que está dentro de nós, a velha máxima continua atual como nunca: “quem tem muito dentro precisa ter pouco fora”. Esse é o segredo de uma boa vida.”

A vida é para ser vivida de dentro para fora. O que adianta conhecer o mundo, mas não conhecer a si mesmo.

Sempre é tempo de aprender a gerir seus conflitos.

Estar sozinho, é possível?

Precisamos dos outros para viver e dar sentido ao que fazemos. Mas também precisamos estar com nós mesmos, sem interrupções, sem telefones celulares ou redes sociais e sem nada que implique ruído externo. Não falamos da solidão profunda, que nos aterroriza, mas de um tempo para refletir, que nos ajuda a sermos mais exigentes, mais criativos e mais felizes. Quase nada. Vamos ver por que ela é benéfica e como consegui-la.
Primeiro, saber conviver com a solidão nos torna mais livres. Quando nos angustiamos ao estarmos sozinhos, nos aferramos a relacionamentos que podem ser nocivos ou a propósitos dos quais no fundo não gostamos, mas que nos aliviam. Na medida em que sabemos conviver sozinhos com nós mesmos (não estamos falando em ser ermitões, que é outra coisa), podemos ser mais exigentes com aqueles que nos rodeiam e, claro, isso nos ajuda a termos mais autoconhecimento.

A ciência provou que a solidão nos permite valorizar mais o que temos.

Nos anos noventa, Reed Larson, professor de desenvolvimento humano da Universidade de Illinois, realizou um estudo com adolescentes pedindo que levassem um pager. Durante alguns dias, tiveram de informar com quem estavam, o que faziam e como se sentiam. O estudo mostrou que quando estavam sozinhos estavam mais tristes, mas, curiosamente, depois desse tempo, quando voltavam a estar em companhia, seus indicadores de felicidade aumentavam mais comparativamente.
A solidão nos ajuda a desenvolver mais nossos talentos. Os grandes cientistas não teriam chegado às suas conclusões se não tivessem tido espaços para realizar seu trabalho de modo solitário. Mesmo os líderes mais admirados precisam assumir a solidão na tomada de certas decisões que nem sempre são compreendidas, mas que são necessárias, segundo a análise publicada na Harvard Business Review. Se não dedicarmos tempo para trabalhar sozinhos, será difícil desenvolver todo o nosso potencial, porque a pressão de grupo nem sempre tem um impacto positivo sobre nós.

Assim, podemos verificar: a solidão é boa, precisamos colocar um parêntesis no ambiente e aprender a estar com nós mesmos. No entanto, deveríamos fazer uma pergunta simples: quanto tempo passamos por dia sem que o mundo ou as obrigações nos distraiam? Nossa agenda, em todos os momentos, inclusive durante as férias, deve incluir um tempo para estar com nós mesmos, sem celular, sem televisão. O objetivo é criar uma solidão, um tempo que nos permita refletir, desfrutar dos nossos hobbies, praticar esporte ou simplesmente não fazer nada. E embora isso não seja compreendido pelos nossos familiares e amigos, precisamos defender esse tempo que será de grande valia para nosso crescimento pessoal. Só assim seremos capazes de nos conhecer melhor, descansar e desfrutar mais das pessoas que estão ao nosso lado.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/27/opinion/1532693062_745886.html
Eu Psicóloga.

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