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CARÊNCIA AFETIVA

O ato de dar ou receber carinho, amor e ter afeto por alguém representa a capacidade de nos relacionarmos com o outro. Existindo, pessoas que são incapazes de dar ou receber carinho, e outras que exageradamente se tornam dependentes do outro para ser feliz.  Uma pessoa carente afetivamente, faz com que sua felicidade e tristeza esteja ligada única e exclusivamente com a relação que tem com o outro, seja pai, mãe, namorado (a), esposa (o).  Depositar todas as  suas expectativas no outro pode ser frustrante para você e um peso na vida do outro.

Tudo que somos hoje, nossas ações, emoções, estão ligadas a qualidade de nossas relações primárias, lá quando somos crianças e desenvolvemos nossa primeira relação de afeto, amor e carinho, muitas vezes pelos nossos pais.

Com isso podemos ver dois fatores de carência afetiva.

  • Quando crianças, o excesso de carinho e cuidado pode fazer com que gere uma dependência em nossos pais, o qual não sabemos se quer tomar decisões sem o auxilio deles, futuramente isso pode se manter e além de ter dependência dos pais, podemos ter do namorado (a), da esposa (o) e dos filhos…  Fazendo com que sempre busquemos nos outros algo para ser feliz e completos.
  • Por outro lado, está a falta de cuidado quando criança, o abandono, que pode fazer com que sejamos incapazes de dar ou receber o afeto que não tivemos na infância. Um trauma que se arrasta por uma vida adulta, dificultando os relacionamentos.
  • O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de um algum acontecimento. Pressupõe uma experiência de dor e sofrimento emocional ou físico.

Alguns sintomas em comum de carência afetiva:

  • Zelo em excesso;
  • Ciúmes desmedidos;
  • Necessidade de atenção;
  • Dependência emocional;
  • Submissão;
  • Medo e fobias;
  • Falta de objetivos pessoais;
  • Inferioridade;
  • Incapacidade de dar e receber.

Se você se identifica com alguns quesitos, saiba como tratar a carência. Para tudo tem uma solução.

Aprenda a ficar sozinho, a se sentir bem com sua própria companhia, a confiar mais em você, a perdoar, eliminar da sua mente traumas passados.

Saiba amar muitas pessoas de formas diferentas, não dependa único e exclusivamente de uma só pessoa para ser feliz. Dependa de você, busque depositar suas expectativas em você e busque também supri-las.

Ame-se , você e capaz de amar o outro com todos os seus defeitos e qualidades, então você é capaz de se amar como esta hoje.

Reconheça-se, reconheça seu valor, suas conquistas, seu papel no ambiente de trabalho, em casa e no mundo. Dê presentes a você, agrade-se, mime-se. Dê a você tudo aquilo que busca dar ao outro, desde um simples elogio a uma viagem de férias.

A carência afetiva está enraizada no desejo de suprir vazios interiores, por falta de amor próprio. Se você quer começar a se amar, precisa olhar para você e para sua história de vida e eu sei como lhe ajudar.

Caso não consiga sair sozinho dessa situação  busque ajuda.

Acesse: http://www.apsicologiaonline.com.br/atendimento-online/

 

Psicologia – Terapias Expressivas

Post para psicólogos que trabalham com as terapias expressivas. A autora Viola Spolin trabalha com jogo teatral e no texto descrevo sobre a Experiência Criativa.

A EXPERIÊNCIA CRIATIVA  

“Todas as pessoas são capazes de atuar no palco. Todas as pessoas são capazes de improvisar. As pessoas que desejarem são capazes de jogar e aprender a ter valor no palco.  Aprendemos através da experiência, e ninguém ensina nada a ninguém. Isto é válido tanto para a criança que se movimenta inicialmente chutando o ar, engatinhando e depois andando, como para o cientista em suas equações.

Se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa, e se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele tem para ensinar. “Talento”ou “falta de talento” tem muito pouco a ver com isso.    Devemos reconsiderar o que significa “talento”. É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente a capacidade individual para experenciar. Deste ponto de vista, é no aumento da capacidade individual para experenciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada.

  Experenciar é penetrar no ambiente, é envolver-se total e organicamente com ele. Isto significa envolvimento e todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Dos três, o intuitivo, que é o mais vital para a situação de aprendizagem, é negligenciado.

A intuição é sempre tida como sendo uma dotação ou uma força mística possuída pelos privilegiados somente. No entanto, todos nós tivemos momentos em que a resposta “simplesmente surgiu do nada” ou “fizemos a coisa certa sem pensar”. Às vezes em momentos como este, precipitados por uma crise, perigo ou choque, a pessoa “normal” transcende os limites daquilo que é familiar, corajosamente entra na área do desconhecido e libera por alguns minutos o gênio que tem dentro de si. Quando a resposta a uma experiência se realiza no nível intuitivo, quando a pessoa trabalha além de um plano intelectual constrito, ela está realmente aberta para aprender.

O intuitivo só pode responder no imediato – no aqui e agora. Ele gera suas dádivas no momento de espontaneidade, no momento quando estamos livres para atuar e inter-relacionar, envolvendo-nos com o mundo à nossa volta que está em constante transformação.

Através da espontaneidade somos re-formamos em nós mesmos. A espontaneidade cria uma explosão  que por um momento nos libera de quadros de referência estáticos, da memória sufocada por velhos fatos e informações, de teorias não digeridas e técnicas que são na realidade descobertas dos outros. A espontaneidade é um momento de liberdade pessoal quando estamos frente a frente com a realidade e a vemos, a exploramos e agimos em conformidade com ela. Nessa realidade, as nossas mínimas partes funcionam como um todo orgânico. É o momento de descoberta, de experiência, de expressão criativa.

Tanto a “pessoa média” quanto a “talentosa” podem ser ensinadas a atuar no palco quando o processo de ensino é orientado no sentido de tornar as técnicas teatrais tão intuitivas que sejam apropriadas pelo aluno. É necessário um caminho para adquirir o conhecimento intuitivo. Ele requer um ambiente no qual a experiência se realize, uma pessoa livre para experenciar e uma atividade que faça a espontaneidade.

 

Mais informações: http://www.apsicologiaonline.com.br/produto/tecnicas-expressivas-com-adolescentes/

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