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Encanto e desencanto de nossas escolhas

Este podcast é o primeiro sobre o Encanto e o desencanto de nossas escolhas, se trata de orientação profissional e sobre as escolhas que fazemos em nossa vida, algumas vezes causando insegurança, dúvidas e medos.

Algo fundamental em nossa vida é o encanto, uma reação necessária que provoca uma sensação de interesse intenso.

Como você faz a suas escolhas?

Ouça pra saber mais.

https://www.apsicologiaonline.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Encanto-e-desencanto-das-nossas-escolhas-3.m4a

Arte de Viver, é possível vencer a ansiedade.

“Seja como um selo dos correios, cole-se a uma coisa até chegar ao seu destino.


A Ansiedade às vezes é porque vivemos no passado, e as vezes no futuro, e nem sempre conseguimos viver o presente.

Hoje a dica é simples, mas eficaz, busque encontrar metas para desenvolver suas habilidades e conseguir realizar seus sonhos.

Se você não sonha, algo está te impedindo, faça um processo de autoconhecimento.

Não Desista

Isso mesmo, não desista de ser você.

Invista tempo e foco.

Seja o autor da sua existência.

“Se a vida é um palco eu sou o Show.”

Um cliente me disse, que depois que passou a fazer o seu processo de autoconhecimento, ele senti que a vida dele passou a ser um palco, onde ele faz o show.

Ele era uma pessoa tímida, tinha dificuldades de expressar seus sentimentos e falar sobre eles.

Queria ser diferente…

Fico pensando em milhares de pessoas que desejam ser diferentes mas não ousam ser. 
As vezes é difícil dar o primeiro passo, e é mesmo.

Mas, conheço pessoas que fizeram a experiência de sair de si e ir em busca de suas metas.

Façamos da nossa vida um palco.
Coragem, ouse ser você.

Assim vencemos as resistência…

Sim ou Não?

Maria de Lourdes Batista
Arte de Viver. 
São programas que propõe o encontro consigo mesmo para a solução de conflitos.

Por que perdemos o foco nas tribulações?

De repente um vento forte arranca o telhado, deixa sua casa sem proteção, molha as paredes e aquela sensação de medo; será que ela vai cair?

A chuva forte arranca o telhado que parecia seguro há 20 anos. O telhado simboliza proteção e abrigo. Ele tem uma representação semelhante à cabeça na estrutura do corpo humano.

Nesse sentido a sensação inicial é de perda, de fracasso, não vai dar para começar novamente. O corpo fica frágil e a doença se aproxima indicando que não tem forças para ir atrás do conserto.

E a vida é assim, se viver é uma arte, como perdemos o foco em meio as tribulações?

Parece que tudo se perde, o sentido da vida voa também como as telhas que foram lançadas fora pelo vento forte.

Nas palavras de Drummond encontramos um fio de esperança:

” Mesmo que o hoje te dê um não, lembre-se que há um amanhã, a certeza dos passos devem ser traçados ao lado de quem nos ama; e que o amor, a paz, a confiança e a felicidade, é a base para o recomeço.”

As vezes os apegos são empecilhos para os passos seguintes, a dificuldade de parar e pensar no que fazer agora, acreditando em si mesmo, na busca do que será prioridade daqui pra frente.

Um acontecimento marca uma nova etapa, mas, é preciso observar o tempo presente.

A vida, é como um livro do qual nós somos os autores, ele não vêm pronto, antes de nascermos ele está em branco, ao nascermos introduzimos as primeiras passagens – um começo e com o tempo através das escolhas vamos escrevendo-o página por página, rabiscadas, rasgadas ou marcadas, onde encontramos obstáculos, nos últimos dias de vida concluiremos, e no final deixamos nossas historias marcadas no coração daqueles, que sempre farão parte de nossa historia.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e o mais importante, acreditar em você de novo.

As lembranças passadas ficam, vivemos o que era pra ser vivido.

Reconstrua seu telhado e crie forças para ser forte diante dos conflitos.

Arte de viver.

Maria de Lourdes Batista.

Conflitos com a idade.

Não podemos querer voltar a uma situação, se o momento presente é outro.

Encontrei um artigo do professor Pachecão, que descreve sobre as consequências desastrosas quando se busca a mocidade eterna.

” …envelhecer é um outro ciclo da vida e deve ser encarado”… 

Gosto mais de falar sobre o desenvolvimento da pessoa humana e suas capacidade para resolução de conflitos.

E envelhecer é um grande conflito.

Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”. Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha, daqui a 10 anos ele estará todo carcomido.

A ideia de Freud é que por vezes ficamos parados sem buscar respostas para o nosso envelhecimento.

Temos tantas coisas para fazer, como cuidar da mente, do corpo e da sua alma.

Pode me faltar a memória, cuide dela hoje.

O professor faz as seguintes considerações:

“Você sabe quem enche os consultórios dos cirurgiões plásticos? Os bonitos. Para o bonito, cada ruga que aparece é uma tragédia, para o feio ela é até bem vinda, quem sabe pode melhorar, ele ainda alimenta uma esperança. “

Cada um tem seu jeito de ser, Carl Rogers vai dizer isso, cada um é único, então seja você.

Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas e conhecer todas as cidades, as quer forem possível, nem que seja pela internet. Faça o que pode ser feito com o que está disponível. Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora.

Viva e seja o arquiteto do seu caminho.

No artigo estava esse depoimento:

“Tive um aluno com 60 anos de idade que nunca havia saído de Belo Horizonte. Não posso dizer que, pelo fato de conhecer grande parte do Brasil, sou mais feliz que ele. Muito pelo contrário, parecia exatamente o oposto. O que importa é o que está dentro de nós, a velha máxima continua atual como nunca: “quem tem muito dentro precisa ter pouco fora”. Esse é o segredo de uma boa vida.”

A vida é para ser vivida de dentro para fora. O que adianta conhecer o mundo, mas não conhecer a si mesmo.

Sempre é tempo de aprender a gerir seus conflitos.

Família, Ponto final.

Tenho recebido muitas demandas em relação aos conflitos familiares. Do tipo: como devo lidar com meu filho adolescente? como monitorar minha filha que não larga o celular? Devo retirar? ou deixo?

O diálogo faz a diferença.

Sempre que estamos assistindo aos noticiários, percebemos como a família está dispersa. Parece que não teremos um ponto final nas tragédias, nas brigas entre os casais, nas dificuldades de compreender o filho, a filha.

A mãe com seu estresse do dia a dia, o pai com suas responsabilidades.

E quando a família tem dívida…

Como poderemos encontrar um fio condutor para esse conflitos?

Parece que a luz que surge no final do túnel é a compreensão, compreender o que acontece, porque acontece e colocar os pingos nos is.

Fácil???

Pode ser que sim.

Para os casais fica essa reflexão, como voces vão colocar um ponto final nas questões inacabadas?

Como entender que a paixão acaba e o amor que permanece.

Manter um relação duradoura dá trabalho. Veja:

Quando…
… há poucas conversas significativas – daquelas em que cada um se sente livre para falar sobre o que sente (dentro e fora da relação);… pelo menos um dos membros do casal começa a ter dúvidas (sobre os seus sentimentos ou sobre o futuro da relação);… um dos membros do casal constrói mentalmente cenários hipotéticos que não incluam o(a) companheiro(a);… deixa de existir programas românticos/ sem filhos;… o casal deixa de namorar,
é mais provável que a insatisfação cresça.

Alimente a relação, e busque sempre a conexão emocional.

Maria de Lourdes Batista

Reciclar o material ou a mente humana?

22 de março, dia Mundial da Água, instituído pela ONU.

Salve o ser humano e o planeta será salvo.

Ela  é a seiva do nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Esse dia foi criado para alerta as pessoas sobre sua importância.

São muitas as propostas feitas pelas ONGS. Mas será que as pessoas são incentivas a tomar consciência de suas atitudes e refletir sobre suas ações?

Será que  somente mostrar as imagens dos rios, mares cheios de plásticos é o bastante para que as pessoas mudem sua atitude?  

As imagens que temos às vezes parecem surreais.

Um mar de plástico – O mar do Caribe foi tomado por resíduos de plástico


Mais plástico do que peixe.

Na História da Arte, quando estudamos o surrealismo, verificamos ser a arte do inconsciente,  é enfatizado o papel do inconsciente na atividade criativa. 

O movimento propõe sair do real para o imaginário, ou seja, perceber os pequenos detalhes da vida cotidiana.

De acordo com Freud, o homem deve libertar sua mente da lógica imposta pelos padrões comportamentais e morais estabelecidos pela sociedade e dar vazão aos sonhos e as informações do inconsciente. Para ele, a arte deveria partir do irracional, pois a criatividade verdadeiramente livre provém das profundezas pouco conhecidas da psique, chamadas por Freud de inconsciente. As imagens e sensações do sonho (no próprio sonho) não se apresentam menos reais ou importantes do que as imagens e sensações do passado.

Vivemos num mundo mecânico sem prestar atenção em nossas atitudes, jogar um papel na rua se torna simples, não se preocupar em jogar o plástico no mar, pode se tornar uma obrigação.

Mas o que está em jogo, é a nossa sobrevivência, é o ir além.

Verifique que o inconsciente está submerso, como trazer a tona as verdades escondidas de nos mesmos para a consciência?

Será que precisamos reciclar a mente humana?

Guardamos ao longo dos anos, consciente e inconscientemente, inúmeras experiências, emoções, sentimentos e memórias em nossa mente. Acrescente também os incontáveis estímulos que somos expostos todos os dias através das notícias, eventos, episódios assistidos ou vividos. Reciclar a mente se torna crucial e imprescindível para quem quer acessar um estado saudável de funcionamento emocional e físico no cotidiano.

Para reciclar é preciso conhecer.

Você acha possível?

Você acredita que se o ser humano se reciclar ele vai ter mais consciência com o planeta?

Deixe seu comentário.

Arte de viver sem vícios. O manejo de gerenciar os conflitos

Esse post de certa forma é direcionado para as famílias que não sabem como lidar com o uso indevido do álcool e outras drogas. Assim, como também está relacionado a curiosidade dos adolescentes no desenvolvimento normal e aqueles adolescentes que não conseguiram sair desse ciclo ainda. Também está ligado aqueles que não sabem viver a vida.

Como gerenciar meus conflitos?

Já alguns anos, venho estudando sobre esse tema: Viver, a arte de ser criativo, mas também em meio a tudo isso o medo de morrer.

Muitos falam sobre o sentido da vida. Um dia resolvi estudar sobre a Arte, isso fez sentido para minha vida. Resolvi dançar, cantar, desenhar, pintar – flores, fazendas, por do sol…

Viver a vida

Comecei a perceber que havia uma curiosidade imensa dentro de mim, tive o desejo de usar a maconha… não deu certo.

Estudos comprovam: 
“Depois de consumir a cannabis, a pessoa pode apresentar alguns efeitos físicos, como memória prejudicada, confusão entre passado, presente e futuro, sentidos aguçados, mas com pouco equilíbrio e força muscular, perda da coordenação, aumento dos batimentos cardíacos, percepção distorcida, ansiedade, olhos avermelhados por causa da dilatação dos vasos sanguíneos oculares, boca seca e dificuldade com pensamentos e solução de problemas.”

Percebi que não encontrava uma forma de gerenciar meus conflitos, até que um dia entrei num corredor, ou morria ou saia desta situação.

Nesse depoimento desejo falar como consegui gerenciar meus pensamentos, sentimentos e atitudes.  Foi assim.. 
Encontrei uma força interior, comecei a saber um pouco mais de quem sou eu? Assim, minha história começou, deixei de ser mais uma pessoa para ser a pessoa. Para existir, com tudo que tenho e sou.

Não sei se descrevi meus pensamento como gostaria, mas entenda que sair de um lugar escuro e encontrar a luz não tem palavras para descrever a vida, a arte de viver.

Continuo tendo conflitos… mas, eles não me levam a um lugar qualquer, me levam a um lugar certo.

O desejo de viver intensamente.

Convivendo com o crime, vestindo a rua de sangue!


Certamente é essa a sensação que  muitas pessoas possuem após o crime ocorrido na Escola, na cidade de Suzano, em Minas Gerais, uma rua vestida de sangue.

O que destacar?

Os dois garotos que planejaram?

Falar sobre a pesquisa que certamente fizeram para terem conhecimento de como concretizar a ideia? 

A menina que lutou corajosamente com um deles fugindo de sua mira e saindo viva da situação? 

Da cozinheira que pensou e colocou o maior número de alunos na cozinha, protegendo-os da ira dos garotos?

Talvez o ponto central fosse esse: eles estavam irados. 

A manchete  que causa  pânico na sociedade: Jovem provoca pânico em MG ao apoiar massacre em Suzano e ameaçar escola.  A sociedade se mobilizou, chamou a policia e ele foi preso, ele deixa isso escrito na sua rede social:

“Luto é meu p… eu devia ter feito isso na Ana Mendes tmb (sic)mas precisava ter um caminhão de munição para todo mundo que eu odeio lá, enfim, parabéns aos envolvidos”, disse. “To famoso no São Pedro de novo kkkkkkkk. F… esse lugar”, completou. 

O  neuropsicológo afirma :

“A divulgação pode potencializar algumas pessoas mais vulneráveis, sugestionáveis a querer reproduzir essa ação”, afirma Antonio Serafim, diretor da área de neuropsicologia do Hospital das Clínicas (HC).

A música do musico e compositor Gabriel Pensar diz:

“A gente pensa que é livre para falar tudo  que pensa

mas a gente sempre pensa um pouco antes de falar!

Pensa! O pensamento tem poder.

Mas não adiante só pensar. Você também tem que dizer!

Porque as palavras tem poder.

Mas, não adianta só falar. Você também tem que fazer! Faz!”

Música:  Se liga aí. (2001)

A falta de consciência nas pessoas de quem elas são, repercute mal nas suas atitudes. Pensar é poder, mas você tem que dizer, mas você tem que fazer.

Parece que os garotos não pensaram, não falaram e somente fizeram. Entrando assim no piloto automático. Jogaram, viveu um processo de identificação e passaram para ação. Não teve quem os barrassem, parece que nada os afetavam.

Suas atitudes podem transparecer o ódio contido em vista de sua não existência, todo mundo tem um pai, talvez eles tivessem, mas não era o suficiente.

Não tinham uma mãe boa suficientemente boa.

Então, de quem é a culpa?

Talvez da falta de casa, de estrutura, e essa falta já alguns anos vem acontecendo.

Fiz um atendimento para um adolescente de 10 anos,  ele não pensava, mas agia, agia para ser alguém, assustava as pessoas para amentrontar.  

O que seria oportuno ocorrer é o processo de autoconhecimento, que as famílias buscassem mais o diálogo e assim poderíamos ter esperanças em uma sociedade onde o amor fosse conhecido.

Pensar sempre, falar sempre, ter atitude baseada no processo de realização do bem.

Vamos fazer a corrente da atitude certa.

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