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  • Autor: Maria de Lourdes Batista

PLANO DE AULA

1º . ano . Ensino Médio.

1. Tema da aula: Arte na Grécia.  Pesquisa em sala de aula.  02 aulas.  – Teoria e prática

2. Recursos: Apostila ou  Slides .

3. Método:  Aula expositiva – Trabalhar antes tópicos para chamar atenção dos alunos, fazendo perguntas.

4. Desenvolvimento da Aula.

1. Apresentar o tema da aula: Arte na Grécia.

2. Roda de conversa  e exercício.

3. Oficina de desenho: Escultura Grega – Apresentar os principais mestres da escultura clássica grega.

Dar para os alunos o texto abaixo sobre Escultura Grega.

A ARTE GREGA

Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se à inteligência, pois os seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo.

Os principais mestres da escultura clássica grega são:

    Policleto, autor de Doríforo – condutor da lança, criou  padrões de beleza e equilíbrio

    Fídias, talvez o mais famoso de todos, autor de Zeus Olímpico, sua obra-prima, e Atenéia.

    Lísipo, representava os homens “tal como se vêem” e “não como são” (verdadeiros retratos). Foi    Lisipo que introduziu a proporção ideal do corpo humano com a medida de oito vezes a cabeça.

   Praxíteles, celebrado pela graça das suas esculturas, pela lânguida pose em “S” (Hermes com  Dionísio menino), foi o primeiro artista que esculpiu o nu feminino.

    Miron, autor do Discóbolo – homem arremessando o disco.

Escultura Grega.

Não é de hoje que as pessoas, de uma maneira geral, preocupam-se muito com os padrões de beleza considerados ideais. Por exemplo, a maioria das mulheres quer ter um corpo tipo “top model”, hoje, considerado o padrão ideal de beleza feminino. Mas, esses padrões de beleza mudam de acordo com a época. Em diversas fases da História da Arte, em especial o Renascimento e o Neoclassicismo e até mesmo hoje em dia nos desenhos de histórias em quadrinhos (Super-heróis), o ideal de beleza ainda é inspirado no cânone clássico greco-romano que se formou a partir de uma medida ideal de figura humana: o cânone das oito cabeças.

Cânone ou cânon é uma palavra de origem grega que significa regra, padrão, modelo ou norma. Um modelo seria proporcionalmente perfeito e tido como símbolo de beleza se apresentasse essa medida.

Assim, um corpo normalmente constituído poderá “conter” oito vezes a medida da cabeça do modelo (figura humana). O artista grego obedecia a essas regras para obter uma representação bem proporcionada do corpo do homem ou da mulher e assim eles criaram um sistema perfeito para fazer suas pinturas e esculturas.

Um escultor grego de grande importância – Lísipo (autor da estátua do Apoxiomenos) – ampliou a proporção para oito vezes o tamanho da cabeça. Assim:

  1. Cabeça (até o queixo)
  2. Pescoço até peito (da altura do queixo passando pelo pescoço até o peito)
  3. Peito até umbigo
  4. Abdome (umbigo até quadril/púbis)
  5. Quadril até metade das coxas
  6. Metade das coxas até o joelho
  7. Joelho até metade da perna (panturrilha)
  8. Panturrilha até dedos do pé (passa pela canela, calcanhar até chegar ao pé)

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Vista cansada

O Poder da Sensibilidade

O problema é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar.

É necessário usar, sensibilidade e intuição para que haja criatividade.

Hoje, decidi deixar essa cronica de Otto Lara Resende para você leitor (a) verificar o como você tem vivido sua sensibilidade.

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O problema é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

Verifique o seu olhar.

Maria de Lourdes Batista

Roda de Conversa: A importância do Plano de Curso –

Arte no Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

Olá professores, vamos continuar nossa Roda de Conversa. Hoje, trago o tema: a importância do plano de curso. Vários autores vão dizer:

É um instrumento de trabalho que possui o objetivo de referenciar os conteúdos, as metodologias, os procedimentos e as técnicas a serem utilizadas no processo de ensino-aprendizagem concernentes às unidades escolares. Sejam estas de ensino fundamental e médio, instituições de ensino superior e cursos técnicos de qualquer nível.

Na minha prática penso que é importante os temas já escolhidos previamente, tendo em vista os planos de aula e projetos para que aconteça o processo criativo. A cada ano o professor vai atualizando esse plano.

Se possível buscar a interdisciplinariedade, o plano deve estar em sintonia com os Parâmetros Curriculares Nacionais(PCNs) e agora com a BNCC.

A construção desse material gera entre os profissionais uma nova postura, ocasionando debates voltados para a satisfação em promover ações norteadoras, visando a um melhor nível de ensino dos conteúdos programáticos e uma responsabilidade com a aprendizagem, que geram mudanças de comportamentos.

Veja a introdução do Plano de curso que fiz para o ano de 2019

A linguagem da arte na educação tem um papel fundamental no desenvolvimento do aluno, envolvendo os aspectos cognitivos, sensíveis e culturais.

Por meio do contato com objetos e materiais artísticos é possível ampliar o conhecimento de mundo do aluno, levando-os a conhecer as diversidades culturais, políticas, econômicas e sociais dos momentos históricos, além de explorar as diversas formas de expressão artística.

            A arte desenvolve a consciência social, contribuindo para a formação de sua percepção de mundo, promovendo a integração social. Ao apropriarem-se da linguagem artística, os alunos por meio de sua capacidade de reflexão, percepção, interpretação, sensibilização e imaginação, podem se tornar mais conscientes de sua realidade, ao compreenderem e explorarem o mundo através de um novo olhar e assim desenvolverem o pensamento crítico. Através da arte, os alunos são estimulados a ser conscientes da necessidade de transformação social, uma vez que, ao compreenderem melhor o que está posto pela sociedade que os cerca, conseguirão agir de forma ativa, mostrando sua essência criativa, crítica, compreensiva e transformadora.  Além de estimular os sentidos do aluno através do conhecimento sobre as artes, da interpretação de objetos artísticos e de reflexões, a aprendizagem artística também estimula o educando a desenvolver sua capacidade criativa.

            Por meio da educação estética, colocaremos os alunos em contato com os sons, imagens, movimentos, ferramentas e materiais, estimulando assim os seus sentidos, e motivando a imaginação criadora, a expressão, a capacidade estética, as possibilidades de improvisação e de transformação, indo para além da superficialidade, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, crítico, estético e social. Buscaremos constituir e mediar situações de alargamentos cognitivos que se concretizem enquanto significados, gerando experiências criativas e críticas. Pois, acreditamos que o processo criativo possibilita o pensamento divergente, cujo objetivo é encontrar o maior número de possibilidades para a solução de problemas a partir de vários pontos de vista, levantando hipóteses e confrontando-as com as hipóteses de seus pares. Assim, a aprendizagem torna-se significativa, pois estabelece relações entre a criação pessoal, a apreciação estética e as circunstâncias que envolvem a produção artística.

            Em síntese, com o ensino da arte possibilitamos a apreciação e experimentação, ao educando, das diversas manifestações artísticas (artes visuais, teatro, dança e música), compreendendo-as nos mais variados contextos sociais como formas de expressão do ser humano através do tempo. Os conduziremos ao conhecimento dos elementos básicos das linguagens visuais. Esperamos que observem e reconheçam a leitura das diferentes linguagens de comunicação visual, teatral, musical e da dança, edificando uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, sempre respeitando a própria produção e a dos colegas.

            É através de pensamentos traduzidos em imagens, movimentos e palavras, que a arte nos remete ao universo do saber. Portanto, ela é a ação consciente do homem que se une à compreensão da realidade através do trabalho criativo, ou seja, a arte é a união da subjetividade com a objetividade. E quando a ação é consciente a consequência é a capacidade de transformar, permitindo que o subjetivo se integre a algo objetivo, ao projetar, idealizar e objetivar a criação do novo. Assim, nosso objetivo geral é humanizar através da arte.

Segundo os PCNs, as aulas de Arte devem contemplar atividades de quatro linguagens: dança, artes visuais, teatro e música. E a proposta triangular de Ana Mae Barbosa: Apreciar, contextualizar e produzir.

Entre em contato para adquirir o nosso material.


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Roda de conversa sobre cores.

CORES, CORES… E MAIS CORES?

Há um ditado popular que diz: “À noite todos os gatos são pardos”. O que isso significa?

Um mundo de cores

Para responder a essa pergunta, talvez tenhamos que retroceder alguns séculos. Há uma explicação física? Filosófica? Ou seria apenas um dito popular, entre tantos que conhecemos, criado por uma ou mais pessoas em algum lugar do passado?

Bom, se todo ditado é considerado sabedoria popular, então “a voz do povo é a voz de Deus”, e nesta história de gatos, alguém deve ter razão…

Você sabe o que é pardo? Não? Se pardo fosse uma cor, que cor você acha que seria? Muitos cientistas acreditaram ou acreditam que existem somente três cores básicas (vermelho, verde e azul). Será? E onde fica o branco, o amarelo, o preto, o cinza…?

Há registros históricos que no século XVI e XVII alguns pesquisadores, como Newton e Descartes, buscavam explicar a existência das cores. Por exemplo, por que o céu é azul, o gramado e as folhagens são verdes ou os pássaros multicoloridos? Vivemos num mundo de cores, mas você já parou para pensar por que elas existem e por que as enxergamos? Teria uma relação com a luz? O que é luz?

“…E das trevas fez-se a luz…” Então ela é o início de tudo, da vida. De acordo com a Física moderna, a luz é uma onda eletromagnética, apresentando frequências vibratórias e diferentes comprimentos de ondas. Você já observou que num dia de sol e chuva ao mesmo tempo, forma-se um arco-íris no céu? Quais as cores que são possíveis identificar?

Esse fenômeno é a decomposição da luz branca (Sol) nas cores que a compõem. A chuva, neste caso, atua como um prisma, decompondo a luz.

cores primárias: vermelho, azul e amarelo.

Embora este fenômeno tenha sido investigado por vários cientistas, foi o inglês Isaac Newton, um dos físicos mais renomados da história da humanidade, que se destacou ao fracionar, por intermédio de um prisma, a luz branca nas cores do espectro cromático.

Quando a luz branca incide sobre a natureza ou sobre um objeto qualquer, este objeto, absorve algumas cores (comprimentos de onda), refletindo as que não absorveu. O comprimento de onda que o objeto não absorveu, mas refletiu, é a cor que enxergamos.

https://brasilescola.uol.com.br/fisica/a-dispersao-luz-branca.htm<http://www.physik.uni-bayreuth.de/physikstudium/images/prisma.jpg

“Enxergamos porque (…) durante a evolução humana, nossos olhos se adaptaram ao sol, de forma a ficarem mais sensíveis aos comprimentos de onda que ele irradia mais intensamente”. (RESNICK, 1979, p. 23)

Você concorda com esta hipótese? Por quê?

Partes da estrutura interna do olho:

Córnea: parte branca do olho na qual se localiza a íris.

Íris: parte circular colorida do olho na qual está a pupila que recebe a luz.

Cristalino: lente gelatinosa que focaliza a luz formando imagens na retina.

Retina: é composta pelos cones e bastonetes.

No olho humano encontramos células denominadas cones e bastonetes.

A sensibilidade do olho à cor se dá por meio de pigmentos sensíveis à luz, presentes nos cones. Os bastonetes distinguem as diferentes intensidades de brilho (preto e branco).

Muitos animais possuem apenas os bastonetes e por isso não enxergam a cor. Alguns deles, entretanto, enxergam melhor do que o homem, como por exemplo a águia (daí vem o dito popular “enxergar com olhos de águia”). Essa ave consegue enxergar uma parte dos raios infravermelhos, isso lhe permite caçar durante a noite, já que um corpo emite raios infravermelhos conforme a sua temperatura.

Para entendermos melhor a cor, podemos dividí-la em

cor-luz e cor-pigmento.

Cor-luz você já deve saber o que é, e a cor-pigmento é aquela que é percebida por meio de substâncias corantes na presença da luz.

As cores ainda podem ser divididas em primárias/puras (para serem formadas não precisam de mistura), secundárias (resultado da soma ou mistura de duas cores primárias), neutras, quentes, frias, complementares, entre outras.

Cores primárias são as cores puras, ou seja, que não podem ser criadas a partir da combinação de outras cores.

As cores primárias são: o amarelo, o vermelho e o azul.

Cores secundárias

Cores Secundárias: união de duas cores primárias, por exemplo, verde (azul e amarelo), laranja (amarelo e vermelho) e roxo ou violeta (vermelho e azul).

E o pardo? Você já descobriu se é uma cor? E se fosse, onde estaria classificada? Será que a mistura de várias cores resultaria em alguma cor específica?

O branco e o preto podem ser classificados como cores neutras.

E a mistura delas formaria que cores?

Sabemos que o branco é a soma de todas as cores da cor-luz. Lembram do prisma e do arco-íris decompondo a luz do sol nas diversas cores?

Na cor-pigmento ela é ausência de cor.

O preto é a soma de todas as cores da cor-pigmento e a ausência total de cor na cor-luz. Quando um objeto nos parece preto é porque absorveu todos os raios coloridos da luz (artificial ou do Sol) e não refletiu nenhum. E quando parece branco?

Este é um dos motivos pelo qual usamos roupas de tons claros no verão (para sentirmos menos calor) e roupas de tons escuros no inverno (para ficarmos mais aquecidos). Com certeza você já deve ter ouvido falar em tons da moda, que serão usados em roupas em determinada estação, não é mesmo?

Quando acrescentamos o branco e o preto em cores puras, conseguimos os diversos tons destas cores. Por exemplo:

Vermelho puro ao preto

Vermelho puro ao branco

Cores quentes e frias

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Essa relação de “temperaturas” cromáticas tem seu ponto de partida em três cores do arco-íris: azul, vermelho e amarelo. Delas, o azul é considerada cor fria, ao passo que o vermelho e o amarelo são consideradas cores quentes e são associadas espontaneamente a calor, fogo, sol. O azul é associado ao céu, gelo e frio (OSTROWER, 1983, p. 243).

As cores quentes e frias assumem posições contrastantes: as cores quentes avançam, expandindo-se, enquanto que as cores frias recuam, retraindo-se.

É importante sabermos que, dependendo da posição espacial e da mistura de cada cor, uma cor fria pode tornar-se quente e vice-versa.

Observe este exemplo:

O verde (amarelo + azul), considerado também como uma cor fria será sempre mais quente ao lado de um azul (pelo componente amarelo da mistura) e assim por diante. Segundo Ostrower (1983), cada cor se distingue dentro de sua própria gama em tons quentes e frios, avançando ou recuando-se no espaço.

E das cores complementares você já ouviu falar?

Concentre-se na bandeira do Brasil por 25 segundos. Em seguida, olhe para um espaço branco.

O que aconteceu? Que cores você enxergou? Elas representam as cores originais ou apenas se aproximam?

Com certeza, você deve ter achado muito interessante o que ocorreu. Então faça uma pesquisa com a ajuda e sugestões do seu professor(a) a respeito das cores complementares e o efeito visual que elas provocam quando usadas nas pinturas, propagandas ou desenhos.

As cores no nosso dia-a-dia

 

A cor, elemento fundamental em qualquer processo de comunicação, merece uma atenção especial. É um componente com grande influência no dia a dia de uma pessoa, interferindo nos sentidos, emoções e intelecto. Ela tem capacidade de captar rapidamente – e sob um domínio emotivo – a atenção do comprador. Além disso, exerce ação tríplice:

Impressiona – Quando ela é vista impressiona a retina.

Expressa – Quando sentida provoca emoção.

Constrói – Possui um valor de símbolo, podendo assim, construir uma linguagem que comunique uma ideia.

As cores são elementos presentes em nossa vida de diversas formas,  aparecendo nas roupas, nos ambientes, na alimentação, e em tantas outras coisas, como, por exemplo, no tratamento de doenças, pois cada uma tem uma vibração que afeta o corpo e a mente, ativando as glândulas humanas e as funções orgânicas, fortalecendo o sistema imunológico.

Registros históricos indicam que as cores começaram a ser utilizadas por nossos primeiros ancestrais para atrair a caça, passando ao longo dos anos a ter maior papel nas culturas e religiões, como na Índia e China, cuja aplicação se dá em forma de energias, ou no Ocidente, onde as religiões utilizaram coloração das roupas para definir hierarquias cristãs.  

Roda de Conversa sobre Arte

Querido leitor (a), vamos continuar nossa roda de conversa, principalmente no início do ano, como é importante estudar, trocar ideias para inovar as aulas ou aprofundar tornando as aulas de arte mais criativas.

Estesia, o que é?

Estesia, hoje é uma palavra nova para todos nós, é uma palavra ligada a nossa sensibilidade, a sensibilidade do educando. Como vemos o mundo e como percebemos os nossos sentidos. Tudo o que o nosso corpo consegue perceber. O professor organiza o ambiente, daí a aprendizagem acontece melhor. Favorecer que o aluno perceba as suas sensações.

Aulas de Arte

O ensino da arte deve estar em consonância com a contemporaneidade. A sala de aula deve ser um espelho do atelier do artista ou do laboratório do cientista. Neles são desenvolvidas pesquisas, técnicas são criadas e recriadas, e o processo criador toma forma de maneira viva, dinâmica. A pesquisa e a construção do conhecimento é um valor tanto para o educador quanto para o educando, rompendo com a relação sujeito/objeto do ensino tradicional. Este processo poderá ser desafiador. Delimite-se o ponto de partida e o ponto de chegada será resultante da experimentação. Dessa forma, o ensino da arte estará intimamente ligado ao interesse de quem aprende.

Esta maneira de propor o ensino da arte rompe barreiras de exclusão, visto que a prática educativa está embasada não no talento ou no dom, mas na capacidade de experiência de cada um. Dessa forma, estimula-se os educando a se arriscarem a desenhar, representar, dançar, tocar, escrever, pois trata-se de uma vivência, e não de uma competição. Para que esta afirmação se torne uma realidade, acreditamos que é através do espaço educativo que se possa efetivamente dar uma contribuição no sentido de possibilitar o acesso à arte a uma grande maioria de crianças e jovens. Sendo a escola o primeiro espaço formal onde se dá o desenvolvimento de cidadãos, nada melhor que por aí se dê o contato sistematizado com o universo artístico e suas linguagens: artes visuais, teatro, dança e música .

O QUE SIGNIFICA METODOLOGIA?

Considerando a diversidade metodológica, faz-se necessário primeiramente conceituá-la: a metodologia estuda os métodos de ensino, classificando-os e descrevendo-os, sem julgar ou dar algum valor.

Quanto ao significado etimológico da palavra refere-se ao caminho a seguir para alcançar algum fim (PILETTI, 1995, p.102). Assim, a metodologia se torna um roteiro geral para a atividade, indicando as linhas de ação utilizadas em sala de aula, sendo um meio de transmitir os conteúdos curriculares e alcançar os objetivos propostos.

A metodologia não deve ser confundida com a teoria, pois só se interessa pela validade e não pelo conteúdo, nem pelos procedimentos (métodos e técnicas), à medida que o interesse e o valor destes está na capacidade de fornecer certos conhecimentos.

Ao responder sobre o como fazer após ter-se definido o que é importante trabalhar o educador busca conhecer a realidade, integrando saberes teóricos e empíricos, em diferentes áreas e escalas de planejamento: macro e micro, ou exploratório e analítico.

Segundo esse conceito, é possível destacar vários elementos, tais como os instrumentos (métodos e técnicas), os objetos (materiais) e as referências teóricas. A harmonização e a integração balanceada desses elementos definem a metodologia.

Por isso, a importância do plano de curso para nortear os planos de aula e projetos.

Segue sugestões:

Roda de Conversa

Ensino da Arte na escola

Prezados leitores, como professora de Artes, psicopedagoga e psicologa, decide criar essa Roda de Conversa no site para trazer alguns informes sobre o que a arte provoca nos alunos, seja no Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Tenho visto, muitos professores com dificuldades para elaboração de Planos de Curso. Acredito que essas informações vão colaborar com os professores.


Tendo em mente que para a educação caminhar em direção à emancipação humana, estimulando a formação da consciência, ela deve possibilitar condições para o aluno refletir, perceber, compreender e analisar a natureza histórica de seu contexto. A linguagem da arte na educação tem um papel fundamental no desenvolvimento do aluno, envolvendo os aspectos cognitivos, sensíveis e culturais. Por meio do contato com objetos e materiais artísticos é possível ampliar o conhecimento de mundo do aluno, levando-os a conhecer as diversidades culturais, políticas, econômicas e sociais dos momentos históricos, além de explorar as diversas formas de expressão artística. A arte desenvolve a consciência social e a reciprocidade, contribuindo para a formação de sua percepção de mundo, promovendo a integração social. Através da arte, os alunos são estimulados a ser conscientes da necessidade de transformação social, uma vez que, ao compreenderem melhor o que está posto pela sociedade que os cerca, conseguirão agir de forma ativa, mostrando sua essência criativa, crítica, compreensiva e transformadora. Além de estimular os sentidos do aluno através do conhecimento sobre as artes, da interpretação de objetos artísticos e de reflexões, a aprendizagem artística estimula o educando a desenvolver sua capacidade criativa.

Ao libertar as potencialidades criadoras, conhecendo novos materiais e usando-os em situações vivenciais, cada aluno adquire sua autonomia e o respeito com as criações dos outros. Por meio da educação estética, colocaremos os alunos em contato com os sons, imagens, movimentos, ferramentas e materiais, estimulando assim os seus sentidos, e motivando a imaginação criadora, a expressão, a capacidade estética, as possibilidades de improvisação e de transformação, indo para além da superficialidade, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, crítico, estético e social. O acesso aos conteúdos artísticos será estimulado de forma a contribuir e possibilitar o surgimento de novos valores e significados no campo da arte e da cultura. As atividades são planejadas para que o educando possa, através da ação, aprofundar o conhecimento e a experimentação estética, pautando-se numa relação com o belo através da história. Em síntese, com o ensino da arte possibilitamos a apreciação e experimentação, ao educando, das diversas manifestações artísticas (artes visuais, teatro, dança e música), compreendendo-as nos mais variados contextos sociais como formas de expressão do ser humano através do tempo. Proporcionaremos através das atividades práticas um pensar e agir na transformação dos objetos, cores, sons, gestos, a ressignificação dos próprios costumes, atitudes e valores, fazendo com que realizem produções artísticas individuais e coletivas usando as diferentes linguagens da arte.

Refletiremos sobre o contexto onde estão inseridas as obras, instrumentalizando a investigação da realidade e a constituição de identidades. Queremos que os alunos conheçam, analisem, reflitam e compreendam os critérios culturalmente construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico e sociológico. Também queremos que experimentem atividades de expressão corporal, sons e ritmos. Os conduziremos ao conhecimento dos elementos básicos das linguagens visuais. Esperamos que observem e reconheçam a leitura das diferentes linguagens de comunicação visual, teatral, musical e da dança, edificando uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, sempre respeitando a própria produção e a dos colegas. É através de pensamentos traduzidos em imagens, movimentos e palavras, que a arte nos remete ao universo do saber.

Portanto, ela é a ação consciente do homem que se une à compreensão da realidade através do trabalho criativo, ou seja, a arte é a união da subjetividade com a objetividade. E quando a ação é consciente a consequência é a capacidade de transformar, permitindo que o subjetivo se integre a algo objetivo, ao projetar, idealizar e objetivar a criação do novo. Assim, nosso objetivo geral é humanizar através da arte.


Caminhar pode curar a depressão?

José Ángel Obeso, neurologista e diretor do Centro Integral de Neurociências de Madri, na Espanha trabalha em hospitais com pessoas que sofrem de depressão, e foi capaz de concluir que uma hora de caminhada por dia, principalmente em ambientes naturais, é terapêutico e aumenta a qualidade de vida.

É certo de que, quando vivemos longos períodos em estados de depressão e ansiedade, temos prejuízos nos processos cognitivos, como memória, criatividade, assimilação e compreensão do mundo ao nosso redor. As caminhadas podem ajudar uma pessoa a se livrar dos efeitos negativos da depressão e ansiedade, ampliando sua visão e perspectivas.
A infelicidade é em vista de entrar no automático.

Cada vez mais nossos hábitos estão automatizando nossos cérebros, o que favorece o estresse e contribui para a infelicidade. A rotina, muitas vezes entediante e sem perspectivas, coloca-nos em uma espiral de depressão e desânimo. Dessa maneira, nossos cérebros tornam-se mais preguiçosos e lentos, porque não há nada novo para despertar sua atenção, nenhum estímulo que, verdadeiramente, valha a pena. Experimentamos perdas de memória, causadas pela motivação praticamente inexistente e menos conexões neurais.

AS Palavras podem curar a alma que sofre. Cuidado com os medos, eles adoram roubar sonhos.

O automatismo é uma realidade muito perigosa, pois nossa rotina resume-se à mesmice, não existem novidades ou coisas que despertem sentimentos de prazer, criatividade, alegria e motivação. Tudo funciona de forma mecânica.
O Dr. José Ángel Obeso, defende que a decorrência dessa automatização dos processos cerebrais é mais frequente em grandes polos, nos quais vivem pessoas que raramente dedicam tempo as suas necessidades, e vivem em ambientes poluídos e tóxicos, com um grande nível de estresse e ansiedade.

As caminhadas como uma forma de libertação

É importante que o hábito de caminhar não seja visto como uma obrigação, mas como um compromisso pessoal de libertação. Os efeitos positivos dessa prática não são sentidos logo no primeiro dia, mas após cerca de uma semana, já se torna um hábito, e a partir daí conseguimos identificar os benefícios, segundo José Ángel Obeso.

Viva a Vida!

Os benefícios principais das caminhadas são:
Eliminação das preocupações: enquanto caminhamos, nossas mentes não precisam estar focadas nos problemas ou preocupações da vida. É uma atividade tranquila e fácil de ser realizada, que nos relaxa e permite a entrada de ar puro no corpo, que nos renova. Esse relaxamento estimula o lobo frontal, parte do cérebro responsável pela criatividade e humor. Isso, aliado a liberação de endorfinas, cria a situação perfeita para a transformação corporal que nos torna mais otimistas e criativos.
Melhora do estado de espírito: Durante as caminhadas, o cortisol, hormônio de resposta ao estresse, some e leva consigo os fatores que nos causam negatividade. A partir dessa mudança, começamos a enxergar as coisas com mais entusiasmo, confiança e otimismo.

Contato com a natureza:

Estamos acostumados a nos espremer em espaços fechados durante todas as nossas vidas: casas, empresas, supermercados, shoppings, e essa constante limitação pode nos sobrecarregar. No entanto, quando praticamos nossas caminhadas em espaços naturais, sentimos verdadeira liberdade e oportunidade de expansão. Por esse motivo, José Ángel Obeso, defende que devemos buscar proximidade com a natureza.

A conexão com o natural é uma necessidade humana para melhoria de vida, pois proporciona absorção de oxigênio puro, novos estímulos, perspectivas e paisagens.
Faça dessa leitura uma motivação para começar a caminhar todos os dias, mesmo que por pouco tempo. Comece devagar, mas comprometa-se consigo mesmo e sua plenitude de vida!

Vá  a parques, lagos, florestas, praias. Você notará uma grande mudança em sua saúde  física e emocional.

Fonte: O Segredo

Clínica social

O que é?

Psicologia ao alcance de todos.

psicoterapia

A clínica social tem o objetivo de alcançar pessoas que necessitam de psicoterapia.

É uma proposta que tem como objetivo tornar possivel o atendimento psicoterapêutico a pessoas que não podem arcar financeiramente com um tratamento particular, através da prestação de um serviço de qualidade a custo de honorários simbólicos. O valor a ser pago será negociado segundo as condições de cada cliente, diretamente com o terapeuta.

A quem se destina a Clínica Social?

As pessoas que normalmente estão excluídas por razões financeiras do acesso ao atendimento psicoterapêutico, do qual podem participar crianças, adolescentes, adultos e idosos. E as vezes demoraram ser atendidas na rede social.

Como Funciona a Clínica Social? 

O Consulente passa por uma triagem inicial*, e em seguida  o psicólogo realizará uma avaliação a cerca da necessidade do atendimento, podendo encaminhar o consulente para atendimento individual ou em grupo.

Os atendimentos serão realizados no consultório particular do terapeuta tendo em consideração a sua disponibilidade de horários e localização.

Os interessados deverão entrar em contato com o terapeuta pelo telefone (037) 998265019 quando será agendada uma entrevista e o encaminhamento.

*A triagem encaminhará primeiramente os casos com maior necessidade psicológica e financeira.

Maria de Lourdes Batista CRP 04/34969

De que lado você está?

Pensando na dificuldade de tomar decisões, lendo essa história percebi que seria interessante publica-la no meu site para você tomar consciência do que seja passado, presente e futuro. As vezes é difícil compreender esses movimentos, confesso que por vezes tive essa dificuldade de deixar o passado no passado para bem viver o momento presente. Agora leia a história.
Caro leitor (a), peço que leia a história que conto e me diga sob o comando de qual dos dois você gostaria de estar. Ambos os generais estão em um campo de batalha cheio de desafios e problemas gigantescos. O primeiro, porém, olha para o passado e aprende com os erros e as perdas, além de comemorar as vitórias e as conquistas. Esse mesmo general age no presente como se houvesse um superpropósito a ser conquistado no futuro, fazendo tudo, absolutamente tudo o que está ao seu alcance agora. Você não verá esse general se lamentando ou perdendo tempo com qualquer coisa improdutiva ou ineficaz. E quando ele olha para o futuro, só tem uma coisa em sua mente: a vitória. Ele compartilha essa visão de futuro com sua tropa então deixa ninguém ficar olhando para trás (passado de dor) nem para o chão (presente improdutivo). Todos olham para o alto e para a frente (futuro positivo).Toda a sua tropa sabe para onde está indo e o propósito de tudo isso. E mesmo na guerra, eles se sentem seguros com seu general.Já o segundo general teve vitórias no passado, mas se detém mais nas lembranças das derrotas. No presente, ele se questiona se vale a pena todo o esforço e o risco, e se pergunta: “Será que vamos vencer?Será que vamos suportar? Será que vale a pena? Seu olhar normalmente está voltado para trás (passado de perdas) e, em outros momentos, para o chão (presente improdutivo), sem saber o que fazer naquele momento.E quanto ao futuro, as imagens se confundem: uma hora vem a imagem de uma rendição; em outro momento vem a imagem da derrota; em seguida vem a imagem da batalha e da morte de muitos de seus soldados.”Reflita e me diga: Qual dos dois generais você,gostaria de seguir?A vida é feita de boas escolhas.” Vá em frente.
Fonte: Paulo Vieira.

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