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Saiba lidar com suas frustrações

A frustração é o sentimento que surge quando não realizamos um desejo ou uma necessidade pessoal, ou seja, é a reação a uma expectativa não correspondida.

Gerando também o sentimento de impotência. Apesar de parecer um sentimento decorrente de situações de fracasso, a frustração é de extrema importância para a nossa constituição psicológica. Apesar de ser algo bastante comum, pode ser doloroso e até mesmo incapacitante para algumas pessoas. Muitas pessoas chegam a parar suas vidas por frustrações vividas. Deixando assim de se permitir.

Existem vários motivos para se sentir frustrado.

Basicamente, a frustração e o sentimento de perda, acontecem quando o indivíduo se sente derrotado e incapaz por não obter algo que deseja, apesar de seus esforços para consegui-lo. Ou, ainda, por não ver realizadas as suas expectativas em relação à determinada pessoa ou situação.

Todos nós podemos ser decepcionados ou nos sentirmos frustrados em praticamente todas as áreas da nossa vida, desde o trabalho, até os relacionamentos. Ou, mais frequentemente, com nós mesmos, com nossas auto exigências. Não. Não somos perfeitos, e isso por si só gera frustração, principalmente quando nos comparamos a outras pessoas.

Nunca se compare com o outro, cada um tem suas particularidades.

Se não soubermos lidar com nossas frustrações, supera-las e tê-las como gatilho para seguir em frente, logo estaremos imobilizado por elas. Podendo assim, ocasionar a consequências desastrosas e a vivencia de um sentimento estável de frustação. Podendo desencadear depressão, agressividade, baixa autoestima, traumas e ate mesmo pensamentos suicidas.

Algumas consequências de uma frustração não superada ou controlada:

Raiva

É o famoso “descontar” os problemas em algo ou alguém. Não é raro ver pessoas frustradas, por exemplo, dando murros na parede. Ou, pior ainda, agredindo seus familiares. Depois dessas explosões, além da frustração, vêm o remorso, a autoacusação e mais frustração consigo mesmo, o que leva a um ciclo vicioso difícil de ser interrompido sem ajuda e psicoterapia.

Desânimo

A pessoa perde a vontade de reagir, já que “nada dá certo mesmo”. Para a depressão, e até mesmo às tendências suicidas, é só um passo. Pessoas assim precisam de apoio e incentivo por parte dos seus familiares mais próximos.

Fuga

Se alguma situação deixa a pessoa infeliz e frustrada por não saber lidar com ela, passa a evitar aquela circunstância. Acontece com pessoas tímidas, que não conseguem se relacionar com outras pessoas e, em consequência de não saber lidar com isso, acabam se isolando cada vez mais. Algumas pessoas tendem a “fugir” através da bebida, das drogas ou excesso de comida.

Compensação

O indivíduo acaba se compensando por suas frustrações com coisas que o façam se sentir melhor, mesmo que temporariamente. O perigo é que muitas dessas atitudes podem ser altamente destrutivas, como o vício em bebida, compulsão alimentar que pode desencadear a graves doenças por exemplo.

Pratique a resiliência.

Não deposite suas expectativas em outras pessoas ou situações. Nada nem ninguém vale o seu desequilíbrio emocional. Saiba aceitar suas limitações. Saiba lidar com a imperfeição. Procure entender claramente as causas de suas frustrações, assim você poderá obter mudança diante do seu autoconhecimento. O autoconhecimento é necessário para vivermos bem com nos mesmos e com os outros.

Muitas vezes, não conseguimos “enxergar a luz no fim do túnel”  sozinhos, nesse sentido, é necessária a ajuda psicoterápica. Um bom psicólogo ajudará você a entender os motivos pelos quais se sente frustrado, como lidar com eles e desenvolver resiliência, que é a capacidade que a pessoa tem de se adaptar às situações, mesmo elas sendo adversas ou não esperadas naquele momento.

Invista em você, viva bem, viva feliz, faça terapia!

 Quem tem comandado sua mente?

Use o poder de sua mente a seu favor

Quem tem comandado sua mente?

Você tem usado a sua mente a seu favor?

Tudo tem início na mente, um pensamento positivo ou negativo pode dizer muito sobre você, e pode também, te conduzir por um caminho ao qual, você queira ou não trilhar.   Limpe sua mente de toda a manipulação dos outros e da sociedade, de situações tóxicas também.

ABRA sua mente para receber coisas que vão te acrescentar, seja na sua vida, na sua família e no seu ambiente de trabalho.

Pense positivo!  Pense por você!

 Seja aquele que tem o controle da sua mente. Ela não pode, e nem deve ser controlada pelos  pensamentos dos outros. Ela pode intervir em tudo, sejam em relacionamentos, situações inusitadas, problemas e até mesmo em sua saúde. Saiba que tudo tem dois caminhos, dois lados e cabe a você decidir, se quer um caminho leve ou pesado, fácil ou difícil. Nos dias atuais, tem sido mais fácil reclamar da vida, dos problemas… Você já pensou em mudar o seu jeito de agir e pensar?

Tenha ciência, que se você tem motivos para reclamar, também tem para agradecer. Portanto, comece a abrir sua mente e veja as coisas boas ao seu redor, perceba também o valor das  pequenas coisas. As coisas tem o tamanho que você enxerga.

Busque inspiração nas pessoas.

Veja que ao seu redor, existem pessoas com problemas maiores que o seu e nem por isso só enxergam o problema. Procure ver o lado bom das pessoas, busque exemplos em pessoas em que você vê verdade e felicidade, que saibam conviver com os problemas, sem que eles se tornem tudo de  negativo.

Tudo que você  absolver, automaticamente transparecerá nas suas atitudes. Tenha  coisas boas e seja  produtivo. Se sua mente vive atribulada, negativa, solitária, sua saúde também irá transparecer isso.

Não perca o controle. Elimine os traumas, elimine a dependência, busque autoconhecimento, autocontrole e auto responsabilidade.

Busque ajuda para lidar com todas as situações de seu dia. Fale, expresse, tenha alguém para conversar e te ajudar a ter uma mente saudável, forte e positiva.

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Estar sozinho, é possível?

Precisamos dos outros para viver e dar sentido ao que fazemos. Mas também precisamos estar com nós mesmos, sem interrupções, sem telefones celulares ou redes sociais e sem nada que implique ruído externo. Não falamos da solidão profunda, que nos aterroriza, mas de um tempo para refletir, que nos ajuda a sermos mais exigentes, mais criativos e mais felizes. Quase nada. Vamos ver por que ela é benéfica e como consegui-la.
Primeiro, saber conviver com a solidão nos torna mais livres. Quando nos angustiamos ao estarmos sozinhos, nos aferramos a relacionamentos que podem ser nocivos ou a propósitos dos quais no fundo não gostamos, mas que nos aliviam. Na medida em que sabemos conviver sozinhos com nós mesmos (não estamos falando em ser ermitões, que é outra coisa), podemos ser mais exigentes com aqueles que nos rodeiam e, claro, isso nos ajuda a termos mais autoconhecimento.

A ciência provou que a solidão nos permite valorizar mais o que temos.

Nos anos noventa, Reed Larson, professor de desenvolvimento humano da Universidade de Illinois, realizou um estudo com adolescentes pedindo que levassem um pager. Durante alguns dias, tiveram de informar com quem estavam, o que faziam e como se sentiam. O estudo mostrou que quando estavam sozinhos estavam mais tristes, mas, curiosamente, depois desse tempo, quando voltavam a estar em companhia, seus indicadores de felicidade aumentavam mais comparativamente.
A solidão nos ajuda a desenvolver mais nossos talentos. Os grandes cientistas não teriam chegado às suas conclusões se não tivessem tido espaços para realizar seu trabalho de modo solitário. Mesmo os líderes mais admirados precisam assumir a solidão na tomada de certas decisões que nem sempre são compreendidas, mas que são necessárias, segundo a análise publicada na Harvard Business Review. Se não dedicarmos tempo para trabalhar sozinhos, será difícil desenvolver todo o nosso potencial, porque a pressão de grupo nem sempre tem um impacto positivo sobre nós.

Assim, podemos verificar: a solidão é boa, precisamos colocar um parêntesis no ambiente e aprender a estar com nós mesmos. No entanto, deveríamos fazer uma pergunta simples: quanto tempo passamos por dia sem que o mundo ou as obrigações nos distraiam? Nossa agenda, em todos os momentos, inclusive durante as férias, deve incluir um tempo para estar com nós mesmos, sem celular, sem televisão. O objetivo é criar uma solidão, um tempo que nos permita refletir, desfrutar dos nossos hobbies, praticar esporte ou simplesmente não fazer nada. E embora isso não seja compreendido pelos nossos familiares e amigos, precisamos defender esse tempo que será de grande valia para nosso crescimento pessoal. Só assim seremos capazes de nos conhecer melhor, descansar e desfrutar mais das pessoas que estão ao nosso lado.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/27/opinion/1532693062_745886.html
Eu Psicóloga.

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