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Diferencie os episódios de preocupação normal e um período “obsessivo”

Saiba que para tudo existe um tratamento, uma solução, uma escolha. Escolha fazer terapia, ela irá te ajudar a se autoconhecer, a se livrar desse sentimento que é tão prejudicial. Quebre as algemas da obsessão.

Diferencie os episódios de preocupação normal e um período “obsessivo” .

Os seguintes pontos podem te ajudar a identificar uma obsessão:

  • Sua preocupação é realista? O motivo da sua preocupação é pouco provável e você está antecipando um fato que é muito improvável ou impossível de acontecer?
  • Sua preocupação é desmedida? A quantidade de preocupação não corresponde com a gravidade do problema ou com o assunto que você não para de revirar em sua cabeça.
  • Você passa uma grande parte do dia pensando em um assunto ou sobre um problema concreto? Você passa o dia inteiro se preocupando ao ponto de que isso interfira em seu dia a dia?
  • Você sente um mal-estar por estar constantemente com essa ideia? As obsessões geram um grande mal-estar, e você gostaria de eliminá-las de sua mente, mesmo que isso pareça impossível.
  • Estes pensamentos te forçam a fazer algo que você sabe que é absurdo ou que não vai solucionar o problema, mas mesmo assim você faz? Lavar constantemente as mãos, abrir e fechar qualquer porta um determinado número de vezes, não tocar nenhum objeto com as mãos, etc.
  • Você sente vergonha de reconhecer isso para os outros? Você sabe que tem um problema, que seu pensamento e/ou comportamento não é “normal”, mas prefere manter em segredo porque ninguém vai te entender ou vão pensar que você é estranho.
  • Você não pode controlar seu aparecimento nem sua duração? Os pensamentos que te atrapalham aparecem de repente, sem avisar, e você pouco pode fazer na tentativa de controlá-los e fazer com que eles desapareçam.

Se você respondeu sim a alguns quesitos, você sofre sim de algum tipo de obsessão. Busque ajuda, busque a terapia. A profissional ira se aprofundar e analisar o problema e sua causa.

Também existem algumas dicas de Inteligência Emocional que ira te ajudar a barrar os pensamentos e comportamentos obsessivos por alguém ou algo:

Trabalhe seu amor próprio

Você pode todas as coisas! Não mendigue o amor e atenção do outro. Preocupe-se com você. Evite depositar todas as suas expectativas em determinada relação. Para que você possa desenvolver seu amor próprio, é necessário entender que ninguém é capaz de suprir suas necessidades emocionais além de você mesmo. Para ser feliz em qualquer relacionamento, é preciso saber ser feliz sozinho.

Eleve sua autoestima

Pessoas com baixa autoestima podem desenvolver obsessões e a possessividade. Para que isso não ocorra, é fundamental olhar para suas feridas emocionais, entender quais são suas crenças limitantes e começar a perceber e dissolver esses padrões de comportamento. O autoconhecimento é fundamental, dar luz as questões que precisam ser trabalhadas e também perceber suas qualidades e habilidades. Se arrume, coloque sua melhor roupa, tire um tempo para você, para sua autoestima, se olhe no espelho e veja o quão poderosa (o) você pode ser se quiser.

Trabalhe suas inseguranças

A falta de confiança em si mesmo, nas suas habilidades e capacidades gera uma sensação constante de ameaça. Dê um voto de confiança para si mesmo e confie mais no seu próprio taco.

Não tente controlar o incontrolável

É impossível obrigar alguém a gostar de você ou exigir que a pessoa fique ao seu lado. Então, para que perder tempo e energia sufocando e limitando alguém? É muito mais saudável e produtivo cuidar de si e das próprias emoções, tornando-se uma pessoa mais equilibrada, feliz e saudável. Dessa maneira, a convivência com as pessoas que você ama terá muito mais qualidade e harmonia.

Temos uma vida breve, que passa muito rápido. Nesse breve tempo que temos, saibamos buscar qualidade de vida, buscar objetivos, realizações, elimine os traumas, elimine situações e sentimentos tóxicos. Tranquilidade, leveza, paz interior, autocontrole e autoconhecimento fazem bem para você e sua saúde agradece.

Viva Feliz! Busque a terapia.

 

Maria de Lourdes Batista

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