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Sucesso

A pessoa que deseja fazer sucesso, ela aplica  esses passos:

O modelo de sucesso dedica aproximadamente 25% da energia
psíquica e física ao futuro. Criando deliberadamente imagens positivas e,
em menor quantidade, também imagens negativas do que pode acontecer.
Discutindo e planejando ações futuras. São imagens extraordinárias das
coisas boas que estão sendo plantadas no cérebro.

A pessoa ela vive a máxima que diz: tem poder que age, Paulo Vieira, porém vemos que ela também aprende com os erros do passado. E que planeja
detalhadamente o futuro, entendendo que ela não apenas age, mas age
certo, no tempo certo. De fato, ela dedica aproximadamente 65%
de toda a sua energia física e psíquica à ação. Se fôssemos atribuir uma
palavra definidora a essa pessoa, a palavra seria AÇÃO.

Fica a dica, se tiver alguma dificuldade de ser uma pessoa de sucesso entre em contato conosco. 

A Pessoa e a Depressão

Os transtornos mentais serão a principal causa de incapacitação no mundo em 2030, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A depressão, segundo a agência, será a primeira causa de morbidade.  Embora problema seja algo sério A forma sútil como banalizamos estes transtornos no dia a dia: “Hoje estou um pouco deprimido”, “o problema é que é bipolar”..

Conhecer o estado depressivo para sair desse quadro. As informações auxiliam a família e a pessoa veja:

1.A pessoa depressiva vive do passado e tende a se cercar de negatividade, é possível perceber que o foco comportamental do indivíduo está quase totalmente no  passado. Se desenharmos um quadro para verificarmos as porcentagens notaríamos  que 80% do que ele fala, pensa e sente se refere ao passado.  Para isso, ele busca ambientes e pessoas que permitam que ele se mantenha no passado, alimentando suas lembranças, que no caso são quase totalmente lembranças ruins e dolorosas.

2.A pessoa depressiva além de manter quase toda sua energia no passado, ele dedica pouco ao presente, tornando suas ações e seus comportamentos improdutivos. Ela resgata as memórias negativas do passado e as reforça com significados ruins. Pelo Padrão  foco-temporal, essa pessoa produz sentimentos de desesperança. Ela possui uma fraqueza por isso é difícil ter boas perspectivas sobre o futuro se encara e aduba  tão intensamente as dores do passado.

3.Sobre o  tempo presente, a pessoa  age muito pouco. Ele evita fazer, ir ou vir, mas não para por aí: além de dedicar apenas 10% de sua energia para agir,  suas ações, são quase prioritariamente  improdutivas para ela, para quem o rodeia e para o mundo.  E dessa forma o sentimento final é de desamor. Então, a vida presente perde o sentido e o futuro se torna um lugar assustador e indesejado.

4.Quase todo o comportamento, ações e falas são improdutivas. Como ela não tem poder para agir, a pessoa está na verdade vegetando no mundo que ela criou.  E de forma inconsequente está deixando seu presente potencialmente produtivo e transformador se esvair por completo.

5.O futuro.  Como essa pessoa se conecta com o Futuro? Vemos com toda a clareza que ela dedica muito pouco esforço positivo ao seu futuro. Ela praticamente não se conecta com o futuro, e  quando o faz é com visão negativa sobre ele, olhando mentalmente para o que pode dar errado, e não para o que pode dar certo. Na sua maneira de se relacionar com o passado, ela gerou sentimento de desesperança. Por não agir produtivamente no presente, produziu sentimentos de desamor. E quando encara o futuro com tanto  pessimismo, ela produziu o sentimento, ou melhor, a ausência de fé. Então a sua estrutura foco-temporal gerou resultados internos de depressão e resultados externos que confirmam sua atitude.

6.Como sair dessa situação? Buscando o autoconhecimento que engloba a pessoa por inteiro, bio, psico,social e espiritual.  O processo psicoterápico será de grande valia para essa pessoa em depressão, a Gestalt terapia vai colaborar para que ela viva melhor o seu momento presente, gerando sentimentos de esperança e firmeza no aqui e agora.

Fonte: Livro O Poder da Ação. Paulo Vieira.

História de vida de  um  adolescente infrator dependente químico.

Esse texto propõe uma reflexão acerca da questão do Adolescente Infrator, pois é de fundamental importância para entender o fenômeno da criminalidade juvenil e a relação com o uso indevido de substâncias psicoativas e seu relacionamento familiar. Da mesma forma, como orientar as famílias para diminuir o índice de criminalidade.

Quanto o assunto é tratamento no mundo atual onde a palavra de ordem é punir, essa discussão busca elucidar alguns pontos, em relação ao adolescente infrator, que tem se mostrado bem polêmica.

A experiência  vem demonstrando que esse tema para muitos, ainda não satisfaz os interesses da sociedade.  Esta, por sua vez, tem demonstrado uma desvalorização acerca do assunto, exigindo respostas, por parte do Estado, cada vez mais severas e assim os adolescentes vão ficando a margem.

O ECA Estatuto da Criança e do Adolescente, prevê os seguintes aspectos: são crianças, as pessoas com idade de até 12 anos incompletos e adolescentes, as pessoas de 12 anos até 18 anos incompletos e estão em face de desenvolvimento.  Segundo o ECA, só cabe internação quando o ato infracional foi cometido mediante grave ameaça ou violência, reiteração no cometimento de infrações ou descumprimento reiterado das medidas aplicadas. Adolescentes primários envolvidos com drogas devem cumprir medida em liberdade.

Então, ato infracional é a conduta praticada pelo adolescente que corresponde, no Código Penal a Crime ou Contravenção. Segundo autor Muniz, não receberá o adolescente uma pena e sim uma medida socioeducativa.  Que às vezes não colabora para que o adolescente não venha recair e assim aumentar seu processo de infrações.

As demandas de tratamento em dependência química para o adolescente infrator é uma questão emergencial. A reclusão vira tratamento para adolescentes dependentes químicos, nesse sentido “o Ministério da Justiça analisou 247 processos juvenis e acaba de detectar que parte dos meninos e meninas que vai para trás das grades de todo País é privada de liberdade por falta de alternativa de atendimento de saúde.”

Os adolescentes entram “no tráfico para sustentar o vício, usam para ter coragem de vender, começam a vender e depois passam a usar,”

É um ciclo que poderia ser interrompido com a interferência do tratamento médico em todos os sentidos.

Nas discussões sobre o tratamento para o adolescente autor do ato infracional, os questionamentos são esses: É possível obrigar alguém a se submeter a um tratamento? É possível e útil proceder com a internação compulsória para tratamento do uso abusivo de álcool e outras drogas?  Entretanto, a lei antidrogas prevê que o agente considerado inimputável (por não entender, em razão da dependência, o caráter ilícito do crime) deve ser encaminhado pelo juiz a tratamento médico (art. 45).

As políticas públicas sobre drogas tentam mobilizar a sociedade para o seu papel de auxiliar no tratamento dos adolescentes infratores que fazem o uso de substancias psicoativas, primeiramente buscando compreender por que os adolescentes infratores possuem uma ausência do referencial de origem, ou seja, “quem são meus pais, onde estão, para onde vou quem me orientará como vou sobreviver. Estas são apenas algumas questões que estão presentes para os adolescentes”,  porém, não estão entre as principais preocupações dos responsáveis pelas instituições e autoridades.

A partir destas considerações a respeito do tratamento aos adolescentes infratores, poderíamos dizer que este resta prejudicado, pois os adolescentes acabem não tendo atendimento especializado. Muitas vezes, os tratamentos disponíveis não contribuem para a criatividade e a individualidade dos jovens, sendo forçados ao convívio com outros jovens da mesma origem, abandonados, num local que têm as mesmas características físicas, quanto ao modo de vestir, de andar, de cheirar, de falar, ficando confinados num mesmo local, sem direito a tratamento especializado.

De acordo com a discussão, podemos dizer que as instituições têm favorecido o desenvolvimento da identidade do adolescente Infrator, tanto no processo de Criminalização quanto o da Prisonização. Pelo próprio conteúdo das medidas, as ações que as compõem devem sempre envolver o contexto social em que se insere o(a) adolescente, isto é, a família, a comunidade e o Poder Público devem estar necessariamente  comprometidos para que se atinja o fim almejado de inclusão desse(a) adolescente.

Entre as diversas questões colocadas em relação à adolescência, uma delas que se inscreve na temática é que a adolescência é uma fase do ciclo da vida, em que o indivíduo passa por grandes mudanças, por isso é importante compreender a adolescência e “as  transformações que  afetam o adolescente  dentro dos  aspectos; biológicos, psicológico, sociais e culturais,” (OSÓRIO, 1989, p. 10).  São elementos que não podem ser vistos de forma separada, pois é pelo conjunto de suas características que podemos conferir a unidade ao fenômeno da adolescência, auxiliando na compreensão de seu comportamento.

Delimitar adolescência é uma tarefa importante, tendo em vista que é uma fase marcada por mudanças e de perdas significativas,

A adolescência precisa ser considerada em sua real significação, um momento crucial na vida do indivíduo que se constitui em uma etapa decisiva no processo natural e normal de crescimento. É o imperativo de ingressar no mundo dos adultos e a definitiva perda da condição de criança.  (ALVES, 2002, p. 40)

A adolescência é um momento em que o adolescente se depara com suas crises, “a expressão CRISE do grego Krisis – ato ou faculdade de distinguir, escolher, decidir, ou resolver, a adolescência é uma crise vital, como são tantas outras ao longo do desenvolvimento do indivíduo” (OSÓRIO, 1989, p. 14).  Dessa forma, a chamada crise da adolescência, envolve os conflitos externos, como conflitos de gerações, e os processos psíquicos marcados por valores diferentes.

Portanto, não poder ser estudo apenas sob maneira de ver a suas modificações corporais e que sem o adequado entendimento da crise de valores por que passa o adolescente, jamais podemos compreender o real significado da transformação da criança em adulto.  Nessa perspectiva temos então as transformações psicossociais que as acompanham e caracteriza a adolescência.

Assim, a adolescência, caracterizada por mudanças rápidas no físico, no psicológico e no social, implica na crise de identidade. Por isso que a adolescência é o período por excelência de risco para o ingresso no uso de substâncias psicoativas. Não só pelo fato de querer experienciar o novo, buscar novas emoções e desafios, mas também encontrar nessas novas buscas  respostas  para o seu viver.

A adolescência é o segundo nascimento. O primeiro, evidentemente, é o nascimento biológico, do qual nada lembramos. O que sabemos do nascimento biológico são pelas informações de nossos pais. Já, a adolescência, é um novo despertar para vida. “É o segundo nascimento, em todos os sentidos, incluindo o físico, pois o corpo passa por significativas transformações. O adolescente não pode abrir mão de elaborar esse novo nascimento; precisa ser sujeito de sua história.”

Ao abandonar sua maneira de comunicação infantil e passa para uma forma adulta de expressão, o adolescente tem uma identidade linguística […] “ à sua condição de adolescente, a gíria, que é um subproduto da cultura adolescente e constitui a expressão verbal do processo de diferenciação do adolescente  dos pais e do mundo adulto geral.”

Uma vez que as questões de  rebeldia, da contestação que estão presentes também  na adolescência, parece que existe neste contexto  uma adolescência normal, pois   “em todas as épocas e  latitudes o adolescente sempre foi um contestador, um buscador de novas identidades, testando diferentes formas de relacionar-se”, (Osório, 1989, p. 37).   Ou seja, alguns líderes de hoje foram adolescentes contestadores.

Neste histórico desenvolvido de forma a explorar as reflexões  de  Osório(1989) , quando no seu livro contextualiza adolescência hoje, e no desenvolvimento desta fase “a adolescência vai se caracterizar pelo afastamento do seio familiar e consequente imersão no mundo adulto. As mudanças estão acontecendo e não dá ainda para prever como serão estes futuros adultos” (Osório, 1989, p. 37).

Daí surge o afastamento familiar, o que aprendeu na sua relação com a família e adaptação social, “faz com que o mesmo tenha que significar o novo, o que acarreta toda uma mudança em sua personalidade. E a primeira reação afetiva da criança a esta invasão é buscar um refúgio em seu mundo interno; para poder enfrentar depois o futuro.“

Enfim, com este afastamento que o adolescente faz do mundo externo para refugiar-se no mundo interno, é para se sentir seguro, porque em todo o crescimento existe um impulso para o desconhecido e um temor ao desconhecido. No momento de conquistar um espaço, e viver com o  seu novo papel frente ao mundo externo “o adolescente exige de seus pais a liberdade, esta implica nas saídas e horários, a liberdade de defender uma ideologia e a liberdade de viver um amor e um trabalho.

Aguardem o texto 02

Depoimento de um adolescente infrator e seu uso de drogas.

O Sonho e a Psicoterapia

O Sonho e a Terapia

Todos nós sonhamos, uns mais, outros menos. Sonhos bons e sonhos ruins. E muitas vezes procuramos sem sucesso significados para eles.

Segundo a neurologia o sonho faz parte do ciclo normal do sono, tendo relação com período de sono REM – Rapid Eyes Moviment. Mas os sonhos já foram considerados sinais divinos e previsões do futuro pelos antigos egípcios, por exemplo, além de alvo de estudo no comportamento do ser humano desde o século passado.Na psicologia, a teoria mais conhecida a lidar com o sonho é a do Freud (psicanalista). Segundo ele, o sonho seria o cumprimento disfarçado de um desejo reprimido. Muitas vezes não pensamos que outras linhas teóricas trabalhem ou possam trabalhar com sonhos. Porém o sonho é um material importante e pode ser muito trabalhado em terapia, principalmente a comportamental.

Para a psicologia comportamental os sonhos fazem parte de uma classe de comportamentos chamada de ‘encobertos’. Na maioria das vezes os sonhos aparecem de forma metafórica, pois isso favorece a expressão de sentimentos, ideias e fantasias que podem ser difíceis de ser vistos de outra forma.Por causa do sonho se apresentar desta forma que muitas vezes precisamos de ajuda para interpretá-los. É a partir do relato do sonho que o terapeuta aprende mais sobre a subjetividade do seu paciente, buscando interpretar o que o paciente diz e descobrir a ligação entre o sonho e o comportamento apresentado, para então trabalhar em conjunto na melhor solução para o caso.

Sonho em Gestalt – Uma Vivência no Aqui e Agora.

É de extrema relevância  trabalhar junto com o cliente o sonho para trazer mudanças à sua vida, de forma que o possibilite conduzi-la com autonomia. Através de um único sonho relatado pela cliente é possível proporcionar reflexões em sua vida nos mais diversos aspectos, sociais, profissionais, individuais, emocionais, intelectuais, acontecimentos do passado, presente e futuro.

Os sonhos em Gestalt-Terapia não é uma prática de investigação e interpretação de momentos passados da vida da cliente, como nos foi legado pela Psicanálise, a qual ainda é uma das principais referências no que diz respeito a sonhos. Pela vertente Gestáltica o trabalhar com sonhos se fás sem interpretações do terapeuta, porém, com uma postura ativa e questionadora, e enfatiza-se o momento atual da vida da cliente, englobando o todo e o particular, dando-lhe condições para se responsabilizar por sua vida de maneira ativa e transformadora.

O trabalho com sonhos trás benefícios, e desenvolvem esforços próprios  e uma maior capacidade de gerar mudanças em sua vida. Desde o momento da concepção, tem início nos seres humanos um processo de transformação que continuará até o final da vida.

“Depressão pode ser considerada ou confundida com esquizofrenia?”

Nosso post de hoje vai buscar refletir sobre a pergunta  que nos foi enviada:

” Já fiz vários tratamentos para depressão: aquela que precisa de medicamento para se animar… aquela que precisa de medicamento para se aquietar. Atualmente sem dinheiro para ir no meu médico fui ao do “postinho” de saúde e o mesmo me diagnosticou como esquizofrênica…Ele pode ter se confundido no laudo? esquizofrenia é um tipo de depressão? a medicação está me fazendo muito mal, muito enjoo, sonolência e durmo muito atordoada, já falei com o médico que não admitiu meu questionamento acerca da medicação que receitou.O que devo fazer?  Obrigada.”

Para quem tem a demanda como essa senhora que nos enviou seu questionamento, primeiramente é preciso saber:

1.Você já fez acompanhamento psicológico?

Aliado a medicação é muito importante o psicólogo para  ajudar nas suas questões.
Você sabia que não existe só uma versão de depressão?  “Assim como ocorre com diferentes tipos de câncer, diferentes quadros de depressão demandam tratamentos específicos”, informou Helen Mayberg, professora de Psiquiatria, Neurologia e Radiologia da Universidade Emory, nos Estados Unidos. Ou seja, enquanto algumas pessoas vão se dar melhor com remédios, outras têm mais benefícios com a terapia.
A psiquiatria na maioria das vezes trata a Depressão como doença, cujas causas são atribuídas a fatores biológicos e sociais. A Gestalt Terapia
por sua vez é integralmente ontológica, pois reconhece tanto a atividade conceitual quanto a formação biológica de Gestalten.
É fundamental  Identificar as causas da falta de acompanhamento adequado e consequentemente os fatores que contribuem para o agravo da patologia, assim como, elucidar possíveis causas e cuidados sob a visão totalitária da Gestalt Terapia.
Quanto as formas de apresentação da depressão, autores trazem  importantes contribuições discernindo depressão enquanto sintoma, síndrome e doença.
Enquanto sintoma, a depressão pode manifestar-se em variados quadros clínicos, entre os quais: transtorno de estresse pós-traumático, demência, esquizofrenia, alcoolismo, doenças clínicas, etc. Pode ainda ocorrer como resposta a situações estressantes, ou a circunstâncias sociais
e econômicas adversas.
Enquanto síndrome, a depressão inclui não apenas alterações do humor (tristeza,irritabilidade, falta da capacidade de sentir prazer, apatia), mas também uma gama de outros aspectos, incluindo alterações cognitivas, psicomotoras e vegetativas (sono, apetite).
Finalmente, enquanto doença, a depressão tem sido classificada de várias formas, na dependência do período histórico, da preferência dos autores e do ponto de vista adotado. Entre os quadros mencionados na literatura atual encontram-se: Episódio depressivo grave, Episódio
depressivo moderado, Episódio depressivo leve.
As diferenças entre esquizofrenia e depressão são bastante significativas. Apesar de muitas vezes o paciente esquizofrênico apresentar também depressão, esta última quase sempre surge depois de instalada a esquizofrenia.Embora a apatia e a falta de motivação que se manifestam na esquizofrenia também ocorrerem na depressão, ambas as doenças provocam outros sinais e sintomas que podem facilmente diferenciar uma da outra.
Os sintomas da depressão não são apenas psicológicos, são também físicos. Ela é persistente, duradoura, gera sintomas como choro fácil, falta de energia e alterações no peso por exemplo, podendo ser difícil de ser identificada pelo paciente, porque os sintomas podem estar presentes noutras doenças ou serem apenas sinais de tristeza sem se tratar de uma doença com necessidade de tratamento específico. É uma doença que no caso de não se fazer tratamento vai piorando.Na esquizofrenia envolvem alterações específicas do pensamento, da percepção sensorial, do comportamento e do afeto. Um ou mais destes sintomas podem estar presentes em uma pessoa com esquizofrenia.
Há alguns casos de depressão que possuem características psicóticas, ou seja, de perda de contato com a realidade, e incluem delírios ou alucinações, que podem ou não estar relacionados com conteúdos depressivos, dentre outros sintomas. Os delírios são crenças que não se baseiam na realidade. E as alucinações são percepções de objetos, imagens, sons, cheiros ou outras sensações que não existem.
Mas, somente um clínico poderá fazer o diagnóstico preciso e identificar se os sintomas psicóticos fazem parte da depressão ou de algum outro transtorno, como esquizofrenia, por exemplo.Se você apresenta delírios ou alucinações, juntamente com os sintomas depressivos, procure um médico e um psicólogo, para fazer o diagnóstico.
Maria de Lourdes Batista
Psicóloga Clínica
CRP: 04/34969

10 lições de um dos maiores líderes da humanidade: Nelson Mandela

Temos que fazer a experiência de observar para adquirir conhecimento, e para tal precisamos de muita calma e paciência. Hoje em meio ao momento em que vivemos vamos refletir sobre um grande líder: Nelson Mandela.
Vamos homenagear essa pessoa especial também conhecido como Madiba pelo seu povo, foi provavelmente o mais importante ator político contra a discriminação instaurada pelo Apartheid, na África do Sul, se tornou um ícone internacional na defesa das causas humanitárias.
10 lições de um dos maiores líderes da humanidade:
1. Fazer exercícios físicos diariamente não são importantes apenas para a saúde do corpo, mas especialmente para trazer paz para a mente.
2. Autocontrole, jamais reaja com raiva de vaias ou xingamentos ao encarar multidões ou torcidas contra, utilize o exemplo ilustrado no filme “Invictus” : ouça somente os aplausos.
3. Sobre o medo Mandela diz: “Aprendi que coragem não é ausência de medo, e sim o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que jamais sente temor, e sim o que vence seu medo”.
4. Aproveite os momentos de reclusão forçada para estudar. Olhe para dentro de você e escreva os objetivos principais que você deseja para si, para seu futuro.
5. Creia na força das palavras. Elas podem ser um instrumento vital de motivação – antes e durante a luta.
6. Sonhe com a vitória e trabalhe muito por ela.
7. Trabalhar em conjunto com o inimigo é mais produtivo que simplesmente odiá-lo. Foi o que Mandela ensinou na luta à segregação racial em seu país. Treine o perdão no dia a dia, e com isso perca um rival e ganhe um parceiro de batalha.
8. “A glória maior de se viver não consiste em jamais cair, e sim em levantar a cada queda”, disse Mandela.
9. Sentimentos bons são importantes: “Uma boa cabeça e um bom coração são sempre uma combinação formidável”, ensinou o líder.
10. Tenha confiança na vitória final. Como o prisioneiro político Mandela repetia: “Todo e qualquer homem que tentar roubar minha dignidade vai sair derrotado.”
Você já refletiu sobre os itens que Mandela cita? É preciso ser simples e ir além para alcançar o para que viemos ao mundo.
Faça seu caminho!

Saiba lidar com suas frustrações

A frustração é o sentimento que surge quando não realizamos um desejo ou uma necessidade pessoal, ou seja, é a reação a uma expectativa não correspondida.

Gerando também o sentimento de impotência. Apesar de parecer um sentimento decorrente de situações de fracasso, a frustração é de extrema importância para a nossa constituição psicológica. Apesar de ser algo bastante comum, pode ser doloroso e até mesmo incapacitante para algumas pessoas. Muitas pessoas chegam a parar suas vidas por frustrações vividas. Deixando assim de se permitir.

Existem vários motivos para se sentir frustrado.

Basicamente, a frustração e o sentimento de perda, acontecem quando o indivíduo se sente derrotado e incapaz por não obter algo que deseja, apesar de seus esforços para consegui-lo. Ou, ainda, por não ver realizadas as suas expectativas em relação à determinada pessoa ou situação.

Todos nós podemos ser decepcionados ou nos sentirmos frustrados em praticamente todas as áreas da nossa vida, desde o trabalho, até os relacionamentos. Ou, mais frequentemente, com nós mesmos, com nossas auto exigências. Não. Não somos perfeitos, e isso por si só gera frustração, principalmente quando nos comparamos a outras pessoas.

Nunca se compare com o outro, cada um tem suas particularidades.

Se não soubermos lidar com nossas frustrações, supera-las e tê-las como gatilho para seguir em frente, logo estaremos imobilizado por elas. Podendo assim, ocasionar a consequências desastrosas e a vivencia de um sentimento estável de frustação. Podendo desencadear depressão, agressividade, baixa autoestima, traumas e ate mesmo pensamentos suicidas.

Algumas consequências de uma frustração não superada ou controlada:

Raiva

É o famoso “descontar” os problemas em algo ou alguém. Não é raro ver pessoas frustradas, por exemplo, dando murros na parede. Ou, pior ainda, agredindo seus familiares. Depois dessas explosões, além da frustração, vêm o remorso, a autoacusação e mais frustração consigo mesmo, o que leva a um ciclo vicioso difícil de ser interrompido sem ajuda e psicoterapia.

Desânimo

A pessoa perde a vontade de reagir, já que “nada dá certo mesmo”. Para a depressão, e até mesmo às tendências suicidas, é só um passo. Pessoas assim precisam de apoio e incentivo por parte dos seus familiares mais próximos.

Fuga

Se alguma situação deixa a pessoa infeliz e frustrada por não saber lidar com ela, passa a evitar aquela circunstância. Acontece com pessoas tímidas, que não conseguem se relacionar com outras pessoas e, em consequência de não saber lidar com isso, acabam se isolando cada vez mais. Algumas pessoas tendem a “fugir” através da bebida, das drogas ou excesso de comida.

Compensação

O indivíduo acaba se compensando por suas frustrações com coisas que o façam se sentir melhor, mesmo que temporariamente. O perigo é que muitas dessas atitudes podem ser altamente destrutivas, como o vício em bebida, compulsão alimentar que pode desencadear a graves doenças por exemplo.

Pratique a resiliência.

Não deposite suas expectativas em outras pessoas ou situações. Nada nem ninguém vale o seu desequilíbrio emocional. Saiba aceitar suas limitações. Saiba lidar com a imperfeição. Procure entender claramente as causas de suas frustrações, assim você poderá obter mudança diante do seu autoconhecimento. O autoconhecimento é necessário para vivermos bem com nos mesmos e com os outros.

Muitas vezes, não conseguimos “enxergar a luz no fim do túnel”  sozinhos, nesse sentido, é necessária a ajuda psicoterápica. Um bom psicólogo ajudará você a entender os motivos pelos quais se sente frustrado, como lidar com eles e desenvolver resiliência, que é a capacidade que a pessoa tem de se adaptar às situações, mesmo elas sendo adversas ou não esperadas naquele momento.

Invista em você, viva bem, viva feliz, faça terapia!

Como lido com as minhas perdas?

Encontrei essa frase em um artigo: “Quando a vida nos coloca uma oportunidade, sugerindo deixarmos o estado de segurança e conforto em que nos encontrávamos, fazer uma escolha pode não ser algo simples. A proporção da mudança será maior ou menor segundo seja a disposição do ser em correr riscos.” A expressão correr riscos chama atenção em vista de fazer um convite; saia da sua zona de conforto, expressão que também se tornou habitual.

Em toda escolha há perdas e ganhos, portanto, uma escolha é também uma renúncia.

Quando percebemos que vamos perder algo diante de uma escolha, as vezes não realizamos tal escolha, não buscamos tal consciência e assim deixamos a vida no levar.

Veja essa informação: “Estudos mostram que, em média, 70 decisões são tomadas em um dia comum, ou seja, estamos fazendo escolhas a todo momento, escolhemos o que comer, que roupa vestir, o modo como nos comportaremos, o que vamos falar, e de que maneira falar. É claro que se pode classificar as escolhas mediante seu grau de complexidade, tendo-se em conta o tamanho de sua repercussão na vida.”

É certo que todo ser humano tem em si mesmo a capacidade de perceber o que deve ou não fazer. Porém, procrastinamos e perdemos o foco, deixando de lado o essencial.

O essencial.

As vezes não conseguimos dar nome para o essencial, é preciso fazer um processo de autoconsciência para viver com o essencial e perceber os ganhos obtidos.

É preciso abrir mão do que não presta e nos dedicar àquilo que é essencial.

Como você lida com as perdas?

Deixe aqui seu comentário.

 

A importância do atendimento online

A internet tem permitido uma facilidade para a vida das pessoas. Muitas consideram que aumenta a conectividade entre elas, diminuindo a distância e facilitando na comunicação como um todo, mas, principalmente, este meio de comunicação gera um bom rendimento no tempo gasto nas tarefas pessoais e profissionais.
As indicações para este tipo de atendimento são variadas, desde orientações de como proceder diante de relacionamentos amorosos, profissionais, entre pais e filhos e orientação profissional até acompanhamento e orientação no desenvolvimento da criança e do adolescente, entre outras demandas (EVARISTO, 2011). O autor Prado (2002)  afirma: a pessoa que busca a terapia online tem como vantagem a fácil acessibilidade, pois as que moram em localidades onde não se encontram profissionais especializados podem ter acesso; bem como, as pessoas tímidas podem se sentir mais a vontade para falar de seus medos e angústias.

Segundo Pinto (2002), “muitos profissionais reagem como se a intermediação do computador retirasse toda a qualidade terapêutica de suas intervenções” (p. 170), porém a autora considera que essas home-pages de orientação, principalmente as de orientação vocacional, são de grande ajuda para a proliferação da Psicologia e suas áreas de atuação, podendo ser consideradas como um segundo tipo de inserção psicológica. A autora ainda cita que outra vantagem de se exercer o atendimento psicológico pela internet é a diminuição que pode ser feita no custo do trabalho, isso pode acontecer porque não é necessário ao profissional Psicólogo se utilizar de consultórios.

Agende pelo e-mail: contato@apsicologiaonline.com.br ou pelo Whatsapp 37 998265019

Fonte:  Psicologado.com.br

Ansiedade e medo estão intimamente relacionados

Querido leitor vá devagar, não deixe a ansiedade te dominar.

É comum a preocupação com o futuro e os anseios que nos rondam. Mas, se essa preocupação tem te tirado do controle de sua vida, tem te paralisado, causando medos, tristezas e outros sentimentos maléficos a sua vida, chegou a hora de descobri-los e tratá-los. A ansiedade pode ser considerada um dos grandes males da atualidade.

O que é ansiedade?

A ansiedade é um estado natural que antecipa uma situação de desafio ou de perigo, como conhecer alguém importante ou novo, apresenta-se em um trabalho, viajar para um lugar novo, realizar uma prova importante, etc. No entanto, esse estado ansioso passa e a pessoa volta ao seu estado normal após determinado acontecimento.

É considerada patológica, quando o estado ansioso permanece sem que haja nenhuma situação iminente ou mesmo quando há um estímulo, mas a resposta ansiosa é desproporcional e exacerbada. Ansiedade e medo estão intimamente relacionados, bem como o sentimento de vazio, angústia e a timidez.

Os transtornos ansiosos são classificados em diferentes tipos, entre eles: Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), a Síndrome do Pânico, Transtornos fóbico-ansiosos.

Ansiedade um mal do mundo moderno

 

A ansiedade patológica é um transtorno mental sério que, se não tratado, pode desencadear graves crises de pânico.

Sintomas: Os transtornos de ansiedade são caracterizados por sintomas emocionais, cognitivos e físicos, veja:

Emocionais: irritabilidade, sentimento de culpa, medo, preocupação exacerbada com futuro e com a saúde, rebaixamento do humor, comportamento de fuga, nervosismo;

Cognitivos: dificuldade de concentração, pensamentos negativos, aceleração dos pensamentos ou “vazio” na mente, linguagem afetada;

Físicos: dor no peito, taquicardia, formigamento, sudorese, calafrios, “frio na barriga”, tensão muscular, desconforto gastrointestinal, dificuldades para dormir…

 As causas da ansiedade podem estar relacionadas a diversos fatores, dentre eles:

* Genética e hereditariedade;

* Ocorrência de um evento estressor: por exemplo, morte ou doença de alguém próximo, situações adversas no trabalho, rompimento de relacionamento de forma traumática, etc;

* Perfil de comportamento e pensamento: pessoas muito aceleradas, autocríticas e introspectivas;

* Traumas prévios na infância, adolescência ou mesmo na idade adulta.

O mais importante é tratar a raiz do problema, para que esse transtorno possa ir aos poucos saindo de sua vida. A terapia mostra  ao paciente o porquê dele estar se sentindo desta forma, auxilia a encontrar  quais situações são causadoras desta sensação de ansiedade.

Algumas dicas da psicóloga também podem ajudar você no autocontrole; nunca foque somente no lado negativo das situações. Veja que sempre há dois lados e busque focar no melhor. Faça atividade física ou outra atividade que te dê prazer. Busque estar ao lado de pessoas que você ama. Se ame e não aceite aquele sentimento que te faz mal. E o mais importante invista em você, no seu bem estar, na sua saúde, busque a terapia. Ela é essencial para uma boa qualidade de vida. Você é merecedor de uma vida saudável!

Viva bem, viva feliz, faça terapia!

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