Qual o seu grau de descontrole emocional?

Você sabia?

desequilíbrio emocional é caracterizado pelas alterações de humor e facilidade em “sair do eixo” diante de acontecimentos negativos e imprevistos. As responsabilidades diárias, a sobrecarga profissional, os relacionamentos amorosos, as frustrações e a necessidade de se adequar aos padrões impostos pela sociedade são alguns fatores que podem causar sérios desequilíbrios. O descontrole emocional pode ser acompanhado por arrependimentos, que por vezes vemos irremediáveis. Não é possível voltar atrás e no tempo, mudar ações impensadas ou precipitadas. Mas você pode começar a ver tudo de outra forma, pode tirar proveito dessas situações ao invés de ficar remoendo e sofrendo.

Temperamento forte ou transtorno bipolar?

Saiba que e os dois podem estar ligados. E você pode estar sofrendo desse mal, que se não identificado e tratado pode te ocasionar a vários problemas. Temperamento forte pode significar uma pessoa que sabe o que quer, mas também significa uma pessoa muito difícil de lidar. Quando este temperamento incorre em descontrole emocional? Uma das possibilidades para entender esta pessoa seria o diagnóstico do transtorno bipolar.

A bipolaridade é um transtorno mental onde a pessoa não reage ao que acontece da forma que se espera, não responde proporcionalmente a ocasião, ou ela fica muito agitada, agressiva, explosiva, impulsiva e distraída, e sem se ter nada que justifique essas reações, ou em outros momentos o comportamento é apático, desanimado, triste, ansioso, não sente prazer nas coisas e isso também em situações onde não há elementos que justifiquem estas ações.

Quando os sintomas são mais brandos dizemos que a pessoa tem episódios de descontrole emocional, mas quando são tão intensos a ponto de causar graves prejuízos pessoais pode caracterizar um transtorno bipolar. Algumas pessoas são mais sensíveis e estão mais suscetíveis a esses acontecimentos, mas isso não quer dizer que não pode acontecer com qualquer pessoa. As emoções estão presentes em todas as situações da vida, e quando elas estão em desarmonia, podem fazer com que você se porte de maneira inadequada e tenha prejuízos em sua saúde e relacionamentos.

O desequilíbrio emocional não é responsável apenas por causar sintomas mentais e sentimentais. Ele pode causar diversos problemas físicos, tais como: fortes dores musculares, dores de cabeça, gastrite, estresse e até mesmo depressão. Saiba que nossa mente é a maior responsável por nossa felicidade, nossa saúde, nossas conquistas… Tudo começa na mente. Trabalhe sua mente e as causas de seu desequilíbrio.

Preste atenção no que está causando o seu desequilíbrio emocional.

Pode ser o excesso de trabalho, algum problema pessoal, em relacionamentos, ou de saúde. Até mesmo os traumas não tratados, podem levar ao desequilíbrio emocional e até a bipolaridade. Somos tendenciados a esconder problemas e fazer de conta que nada está acontecendo. Tente descobrir o que está  deixando o seu emocional abalado e encontre alternativas de entrar novamente no eixo. Busque um amigo, e também um psicólogo.

Seja autoconfiante. Seu estado de desequilíbrio emocional não pode e nem deve afetar sua confiança, seu potencial e suas qualidades. Você pode, você consegue  e você é incrível. Todos nos podemos hoje, ser melhores que ontem. Volte e retome o controle, domine a raiva, pense positivo, não deixe que a tristeza e os sentimentos que te fazem mal dominem você. Pense nos motivos que você tem para agradecer e ser feliz.

Seja otimista. Ninguém gosta de estar ao lado de pessoas negativas, que reclamam o tempo todo. Pessoas negativas geram ambientes negativos. Se você está sempre com pensamentos negativos, isso vai piorar ainda mais o quadro emocional. Tente pensar positivo e emanar energias positivas. Seu emocional irá agradecer.

Inteligência Emocional é a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar o seu próprio estado emocional ou de outra pessoa.  Invista em você, invista na terapia. Ela irá te ajudar a viver leve e feliz.

 

 As escolhas movem nossas vidas!

Escolher é tão difícil.  Escolher não é difícil!

Vivemos um tempo que falamos demais, pensamos demais e agimos pouco. Tomamos poucas decisões porque não temos consciência do aqui e do agora. Ou seja, do que nós precisamos fazer hoje, a eternidade é hoje.  Mas, por vezes a deixamos para amanhã ou no passado. O mais importante é fazer as escolhas certas hoje.

Você tem feito escolhas com consciência?

Se a resposta for não, você precisa buscar um autoconhecimento, um autodesenvolvimento, para poder alcançar seus objetivos e realizações pessoais. Tudo que apenas falamos e guardamos em nosso pensamento ficará apenas ali. Se não conseguimos agir diante de situações diversas, não colheremos nenhum fruto de nossas ações. Ficaremos parados no tempo, frustrados, cansados e com a sensação de estar vivendo em vão.

Você conhece alguém, ou seja, esse alguém, que tenha vários sonhos e objetivos, mas, por algum motivo sempre se encontra parado no mesmo lugar, na mesmice, no tempo?  Então, está faltando ação, foco, consciência e análise da situação.

Porque você não está onde deseja ? Sonhos, vontades e objetivos, foram feitos para serem alcançados. Todo caminho leva a um lugar. Saiba escolher o caminho certo para chegar onde deseja.

 As escolhas movem nossas vidas!

E como fazer uma escolha consciente?

Analisando as consequências de cada escolha.

Toda escolha gera uma renúncia. Se soubermos o que estamos renunciando, podemos ter plena consciência do que estamos escolhendo. E só assim podemos nos responsabilizar plenamente pelas nossas vidas.

Quem nunca tomou uma decisão e logo após fechou os olhos e disse: “Por que fiz isso?”; Ou até mesmo: “por que não fiz o que deveria ter feito?”.

Estas questões aparecem em nossa mente constantemente, e nos faz ficar indecisos, com relação aos nossos próprios desejos. Normalmente, tornam-se fantasmas, que atormentam nossas vidas.

Por este motivo, dizemos que: escolher é tão difícil. Escolher não é difícil!

Quando se tem autoconhecimento, autoconsciência e Autorresponsabilidade tudo fica mais fácil. Busque  terapia para se autoconhecer, para começar a ter o poder de decidir, a ter ações  que irão te levar a algum lugar, que irão te levar onde você tanto deseja estar.  Sem culpa, sem arrependimentos, sem medo, sem insegurança e sem frustações. Realizações pessoais fazem bem para você, fazem bem para sua saúde.

Viva bem, Viva feliz,  invista em você, faca terapia!

 

Você tem medo da solidão?

Nenhum homem é uma ilha. Esta é uma frase muito popular, e é extremamente comum encontrarmos pessoas com medo da solidão, e que vivem na solidão, pois não sabem como lidar com ela. A solidão conduz ao sentimento de vazio, se sentindo sozinho e indesejado. Nestas situações, as pessoas anseiam o contato humano, porém, a forma como se sente, faz com que seja muito difícil conectar-se com os outros. A solidão não é necessariamente sobre estar sozinho, pelo contrário, é a percepção de estar sozinho e isolado sendo que existem varias pessoas ao seu redor.

O medo da solidão impede de conviver com a sociedade, de manter relacionamentos saudáveis e até mesmo de amar. Pensando também no futuro. Pessoas solitárias por vezes tem o pensamento de não poder se apegar ao outro, criar raízes, por medo que algum dia o outro venha a abandoná-lo. Cria-se ai uma barreira enorme nas relações.

O estado de solidão, faz com que o solitário, seja cercado por pessoas que o amam e estão sempre ali.  Mas, devido a este sentimento estar cada vez mais presente, se torna impossível que o solitário note e saiba receber o amor, a atenção e o cuidado que os outros lhe oferecem. Sempre haverá uma barreirar invisível, um bloqueio ao qual precisa ser tratado. Precisamos descobrir qual trauma fez com que aquela pessoa gerasse esse medo, e estado de solidão.

Quantas vezes você já se sentiu sozinho em uma sala cheia de gente?

Quando este sentimento de solidão, esta a tona, e o medo insiste em se manter ali, é preciso fazer um mapeamento, a fim de descobrir quando ele aparece com mais intensidade em sua vida, em quais situações está presente e em quais desaparece.

É preciso saber até quando você consegue controlá-lo ou se é ele que controla você. Mapear seu sentimento irá te auxiliar na jornada de autoconhecimento, autodesenvolvimento  e também a lidar melhor com os momentos de solidão.

Temos algumas dicas que podem te ajudar a controlar a solidão:

– Permita-se aceitar que a solidão é um sinal de que algo precisa mudar;

– Compreenda os efeitos que a solidão tem na sua vida, tanto física como mentalmente;

– Faça serviço comunitário ou outra atividade que goste. Estes contextos oferecem oportunidades para conhecer pessoas novas e cultivar novas amizades e interações sociais;

– Foque-se no desenvolvimento de relacionamentos com pessoas que partilham atitudes, interesses e valores semelhantes aos seus, busque também inspirações, faça meditação;

– Espere o melhor. Pessoas solitárias muitas vezes esperam rejeição, por isso, concentre-se em pensamentos e atitudes positivos nos seus relacionamentos sociais.

Todos precisam de contato! O ser humano é movido por relacionamentos. Uma vida social é fundamental para que sejamos plenos. Vida social, não é o mesmo que um relacionamento forçado apenas para não se sentir sozinho. Lembre-se disso.

Saiba que a solidão esta ligada a depressão, síndrome do pânico, fobia social, crises de ansiedade, traumas e timidez…

Sendo assim, se você sente está apresentando estes sintomas e se sente muito solitário, algo está errado. Procure um psicólogo e ele irá te auxiliar a descobrir de onde vem esse sentimento de solidão e todos os outros que costumam acompanhá-lo. Saiba que para tudo há um tratamento.

Seja feliz! Faça terapia!

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Diferencie os episódios de preocupação normal e um período “obsessivo”

Saiba que para tudo existe um tratamento, uma solução, uma escolha. Escolha fazer terapia, ela irá te ajudar a se autoconhecer, a se livrar desse sentimento que é tão prejudicial. Quebre as algemas da obsessão.

Diferencie os episódios de preocupação normal e um período “obsessivo” .

Os seguintes pontos podem te ajudar a identificar uma obsessão:

  • Sua preocupação é realista? O motivo da sua preocupação é pouco provável e você está antecipando um fato que é muito improvável ou impossível de acontecer?
  • Sua preocupação é desmedida? A quantidade de preocupação não corresponde com a gravidade do problema ou com o assunto que você não para de revirar em sua cabeça.
  • Você passa uma grande parte do dia pensando em um assunto ou sobre um problema concreto? Você passa o dia inteiro se preocupando ao ponto de que isso interfira em seu dia a dia?
  • Você sente um mal-estar por estar constantemente com essa ideia? As obsessões geram um grande mal-estar, e você gostaria de eliminá-las de sua mente, mesmo que isso pareça impossível.
  • Estes pensamentos te forçam a fazer algo que você sabe que é absurdo ou que não vai solucionar o problema, mas mesmo assim você faz? Lavar constantemente as mãos, abrir e fechar qualquer porta um determinado número de vezes, não tocar nenhum objeto com as mãos, etc.
  • Você sente vergonha de reconhecer isso para os outros? Você sabe que tem um problema, que seu pensamento e/ou comportamento não é “normal”, mas prefere manter em segredo porque ninguém vai te entender ou vão pensar que você é estranho.
  • Você não pode controlar seu aparecimento nem sua duração? Os pensamentos que te atrapalham aparecem de repente, sem avisar, e você pouco pode fazer na tentativa de controlá-los e fazer com que eles desapareçam.

Se você respondeu sim a alguns quesitos, você sofre sim de algum tipo de obsessão. Busque ajuda, busque a terapia. A profissional ira se aprofundar e analisar o problema e sua causa.

Também existem algumas dicas de Inteligência Emocional que ira te ajudar a barrar os pensamentos e comportamentos obsessivos por alguém ou algo:

Trabalhe seu amor próprio

Você pode todas as coisas! Não mendigue o amor e atenção do outro. Preocupe-se com você. Evite depositar todas as suas expectativas em determinada relação. Para que você possa desenvolver seu amor próprio, é necessário entender que ninguém é capaz de suprir suas necessidades emocionais além de você mesmo. Para ser feliz em qualquer relacionamento, é preciso saber ser feliz sozinho.

Eleve sua autoestima

Pessoas com baixa autoestima podem desenvolver obsessões e a possessividade. Para que isso não ocorra, é fundamental olhar para suas feridas emocionais, entender quais são suas crenças limitantes e começar a perceber e dissolver esses padrões de comportamento. O autoconhecimento é fundamental, dar luz as questões que precisam ser trabalhadas e também perceber suas qualidades e habilidades. Se arrume, coloque sua melhor roupa, tire um tempo para você, para sua autoestima, se olhe no espelho e veja o quão poderosa (o) você pode ser se quiser.

Trabalhe suas inseguranças

A falta de confiança em si mesmo, nas suas habilidades e capacidades gera uma sensação constante de ameaça. Dê um voto de confiança para si mesmo e confie mais no seu próprio taco.

Não tente controlar o incontrolável

É impossível obrigar alguém a gostar de você ou exigir que a pessoa fique ao seu lado. Então, para que perder tempo e energia sufocando e limitando alguém? É muito mais saudável e produtivo cuidar de si e das próprias emoções, tornando-se uma pessoa mais equilibrada, feliz e saudável. Dessa maneira, a convivência com as pessoas que você ama terá muito mais qualidade e harmonia.

Temos uma vida breve, que passa muito rápido. Nesse breve tempo que temos, saibamos buscar qualidade de vida, buscar objetivos, realizações, elimine os traumas, elimine situações e sentimentos tóxicos. Tranquilidade, leveza, paz interior, autocontrole e autoconhecimento fazem bem para você e sua saúde agradece.

Viva Feliz! Busque a terapia.

 

Obsessão, um sentimento que pode arruinar relações

Até onde é preocupação? Onde passa a ser obsessão?

Todos nos já tivemos uma preocupação com alguém, que perturbou nossa mente e nos deixou aflitos. Isso é normal. Desde que não prejudique excessivamente o caminhar de nossas vidas.

Quando amamos alguém certamente nos preocupamos com aquela pessoa. Mas, há pessoas que se preocupam mais do que o normal, com coisas ou pessoas que não merecem, ou precisem de tanta atenção ou angústia. Gerando ai um sentimento obsessivo.

 As obsessões são a prisão do pensamento

Embora a possessividade, o ciúmes em excesso, a dependência e a obsessão sejam sentimentos geralmente associados aos relacionamentos amorosos, eles podem se manifestar em qualquer tipo de relação. A obsessão esta ligada com traumas vividos. Indivíduos que desenvolvem obsessão por alguém, são aqueles que nutrem um medo muito grande do abandono e da rejeição. Um temor que normalmente está associado à vivência de situações de rejeição durante a infância.

A bipolaridade também esta associada à obsessão. Pessoas que desenvolve esse sentimento tem grande insegurança, falta de autoconhecimento, autocontrole e autoestima.

 Existem vários tipos de obsessão.

Seja por pai, mãe, namorado (a), marido, esposa, filhos. Existem também as obsessão por situações. Obsessão por perfeição, por limpeza, obsessão por trabalho, por dinheiro… Tudo que ultrapasse a linha do normal e prejudique sua vida esta se caminhando para um problema que precisa ser tratado: uma obsessão.

Conviver com pessoas obsessivas é muito desgastante, uma vez que elas tendem a exigir muito e não deixam espaço para outros interesses e necessidades. E muitas dessas pessoas, têm ciência de sua obsessão, tem o desejo de se livrar dela, mas não sabem como. Há muitos casos em que o sentimento obsessivo leva a violência e ate mesmo a tragédias.

Faço o curso: http://www.apsicologiaonline.com.br/produto/etapas-para-o-crescimento-dos-meus-relacionamentos/

 

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